Mostrar mensagens com a etiqueta Aveiro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Aveiro. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 17 de julho de 2008

FEIRA DE SAL DE AVEIRO


A terceira edição da Feira de Sal de Aveiro vai ocorrer nos dias 18, 19 e 20 de Julho, das 10.00 às 19.00 horas, no Largo do Mercado Manuel Firmino.

A inauguração da Feira de Sal de Aveiro acontecerá pelas 10.00 horas, no Largo do Mercado Manuel Firmino.

Pela terceira vez, a Câmara Municipal de Aveiro organiza a Feira de Sal que contará com as participações de diversas localidades que virão apresentar o sal e seus derivados pelos antigos e actuais produtores de sal:
  • Aveiro far-se-á representar pelo Ecomuseu Marinha da Troncalhada, “Sal Flor da Ria” e “Vitasal”;
  • a cidade da Figueira da Foz através da “Casa de Sal Eiras Largas”;
  • o armazenista “Sal Flor da Ria” estará em representação de Alcácer do Sal;
  • Ovar estará presente enquanto antigo “Centro Produtor de Sal” (Rancho Folclórico da Ribeira de Ovar);
  • Rio Maior através da “Cooperativa de Produtores de Sal”;
  • o produtor biológico “Planta do Xisto” com sal de Castro Marim;
  • um produtor de Sal de Setúbal;
  • e um representante de Itália.

Para além das representações referidas haverá em exposição uma pequena marinha de sal construída com os materiais adequados e utilizados no salgado aveirense, bem como um monte de sal marinho que poderá ser observado. A Feira será animada com a formação “Os Pés de Sal” que decorrerá no Ecomuseu Marinha da Troncalhada que permitirá aos visitantes o contacto directo com a actividade salicola.

No dia 19 de Julho, serão organizadas três palestras subordinadas ao tema da Ria de Aveiro, das 9.00 às 12.00 horas, no Museu da Cidade.


  • “A Sustentabilidade da Ria de Aveiro” é a primeira intervenção que estará a cargo de Fátima Alves do Departamento de Ambiente da Universidade de Aveiro.
  • Por volta das 10.00 horas, Manuel António Coimbra do Departamento de Química da Universidade de Aveiro irá falar sobre “A Alga Vermelha da Ria de Aveiro e as suas potencialidades com o Fonte de Agar”.
  • Por último, Lília Santos do Departamento de Botânica da Universidade de Coimbra irá abordar “Microalgas: Matéria-Prima do Futuro. Métodos de Cultivo”.


Fonte: Câmara Municipal de Aveiro.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

As Salinas de Aveiro...

quarta-feira, 18 de junho de 2008

DIA DOS OCEANOS EM SÃO JACINTO


A Câmara Municipal de Aveiro Comemora o Dia Mundial dos Oceanos no dia 19 de Junho.

São Jacinto recebe a comemoração do Dia dos Oceanos que se assinalou no passado dia 8 de Junho. O local de encontro entre os alunos da Escola EB 2,3 João Afonso de Aveiro, Escola EB1 e Jardim-de-infância de São Jacinto será nas instalações da Escola do primeiro ciclo de São Jacinto, pelas 10.00 horas onde serão desenvolvidos vários ateliers. Pelas 10.15 horas, os alunos do segundo ciclo (quarto ano) vão participar no jogo “À descoberta de São Jacinto” que consiste em percorrer algumas ruas da freguesia, onde as crianças serão guiadas pelos alunos lá residentes. A partida será feita do recinto exterior do Centro Paroquial de São Jacinto. No fim do jogo serão desenvolvidos ateliers de pintura de t-shirts, construção de fósseis marinhos e pintura de conchas e pedras.

A partir das 13.15 horas, as crianças vão participar em actividades na praia: limpeza da praia e do parque de merendas, construções na areia e futebol na praia. A actividade encerrará com uma peça de teatro no Centro Paroquial de São Jacinto, com início às 14.15 horas.

Integrada no Programa Bandeira Azul 2008 a actividade é o culminar da Actividade de Educação Ambiental “Alterações Climáticas: a intervenção da Escola no litoral” desenvolvida pelos alunos da Escola EB 2,3 João Afonso de Aveiro. Promovida em parceria com a Escola EB1 de São Jacinto e o Jardim-de-infância de São Jacinto, a acção tem como principal finalidade sensibilizar a população local para a problemática das alterações climáticas e dos resíduos.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

UM PORTO: Duas Cidades


A origem do Porto de Aveiro, está intimamente ligada à história da Ria e à obra de fixação e abertura da Barra.

Depois de sucessivas intervenções políticas, económicas e técnicas, sempre em prol da abertura da ligação do mar à ria, a Barra acaba por ser aberta a 03 de Abril de 1808, graças aos Engenheiros Reinaldo Oudinot e Luís Gomes de Carvalho.

Depois da fixação da Barra, até meados do séc. XX, são ampliados molhes e constituídos diques. Da autoria do Engenheiro Von Affe, viria a surgir um dos primeiros planos para o Porto de Aveiro, a projecção de um Porto de Pesca e de um Porto Comercial, junto ao Canal de S. Roque.

Em meados do séc. XX, é criada a JARBA (Junta Autónoma da Ria e Barra de Aveiro), e pela mão do Engenheiro Coutinho de Lima, são orientados os planos de exploração e manutenção dos Portos de Pesca do Largo, do Porto de Pesca Costeira e do Porto Comercial.

Em 1974, já com a JARBA transformada em JAPA (Junta Autónoma do Porto de Aveiro),"Plano Director de Desenvolvimento e Valorização do Porto e Ria de Aveiro”, é apontado no sentido de deslocar os terminais portuários, para próximo da entrada da Barra, local onde ainda hoje se localiza a mais importante estrutura comercial do Porto de Aveiro.

O ano de 1998, é mais um novo marco para a história do Porto, com a transformação de JAPA em APA (Administração do Porto de Aveiro, S.A.) é-lhe reconhecido o estatuto de porto de âmbito nacional, e com as novas competências que lhe foram atribuídas, a APA, S.A., procede à revisão do “Plano de Ordenamento e Expansão do Porto de Aveiro”, incluindo a ligação do Porto de Aveiro à Linha do Norte, bem como a conclusão e melhoria das infra-estruturas.


Nos dias que correm, a APA, S.A, é uma empresa empenhada, que assume como missão facultar o acesso competitivo de mercadorias aos mercados regionais, nacionais e internacionais, promovendo assim o desenvolvimento económico da região.

terça-feira, 20 de maio de 2008

Porto de Aveiro: Abril 5º melhor mês de sempre

No passado mês de Abril, no Porto de Aveiro movimentaram-se 316.996,9 toneladas de mercadorias. Foi o quinto melhor mês de sempre e o melhor Abril de sempre. Pelo Porto de Aveiro passaram 96 navios. Registou-se crescimento no tráfego de mercadorias, em relação a igual período de Janeiro a Abril de 2007. Pela primeira vez em 2008 passando a situar-se em terreno positivo, aumento de 2,95%.

A carga geral e os granéis líquidos apresentaram um crescimento muito significativo de, respectivamente, 20,60% e 15,62%, compensando o desempenho negativo, em 18,26%, dos granéis sólidos. O clinquer continua a liderar o top das mercadorias mais movimentadas (9,2% do total), registando também o maior crescimento em relação ao ano passado (50,6%).
Quanto a grupos de mercadorias, são os produtos metalúrgicos e florestais que mais se destacam, com, respectivamente, 22,0% e 19,4% do total das mercadorias movimentadas.


Fonte: Porto de Aveiro: Newsletter n.º 140.

Um passeio pela região....






segunda-feira, 19 de maio de 2008

Exposição Coimbra: A Barra e os Portos da Ria de Avreiro 1808-1932


A Barra e os Portos da Ria de Aveiro em exposição na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra

Na próxima quarta-feira, pelas 18 horas, na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra (BGUC), vai proceder-se à inauguração da exposição “A Barra e os Portos da Ria de Aveiro 1808 – 1932, no Arquivo Histórico da Administração do Porto de Aveiro”.

Patente na Sala de S. Pedro até 14 de Junho, a exposição comissariada por João Carlos Garcia e Inês Amorim (ambos professores da Faculdade de Letras do Porto), cumpre em Coimbra a primeira etapa de um circuito de itinerância pela Península Ibérica. Etapa que resulta de parceria entre a BGUC, a Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC), a Administração do Porto de Aveiro e a Câmara Municipal de Aveiro.

Integrada no programa comemorativo do Bicentenário da abertura da Barra de Aveiro (3.04.1808), é composta por documentos do Arquivo Histórico do Porto de Aveiro, empresa que, segundo José Luís Cacho, Presidente do Conselho de Administração, “decidiu libertar o seu património histórico-documental da clausura que o agrilhoava em inútil penumbra, fomentando-se, a partir de agora, o seu usufruto pela comunidade”.

O programa da inauguração abre com palavras de boas vindas do Director da BGUC. Segue-se a intervenção de Fernando Rebelo, subordinada à epígrafe “O Instituto de Estudos Geográficos da FLUC e as investigações sobre a Ria de Aveiro”.

Quinze minutos mais tarde, Inês Amorim falará do livro de sua autoria, “PORTO DE AVEIRO: Entre a Terra e o Mar”. O acto inaugural encerra com a apresentação da exposição por parte de João Carlos Garcia, seguida de visita aos cinco núcleos do espólio patente na majestosa Sala de S. Pedro.

Aos núcleos originais da Exposição:

“I – A RIA DE AVEIRO”;

“II – A BARRA DE AVEIRO”;

“III – A NAVEGABILIDADE DA RIA DE AVEIRO”;

“IV – AS MARINHAS DE SAL DA RIA DE AVEIRO”.

Acrescentou-se, em Coimbra:

"V - mapas da colecção particular de Nabais Conde, professor da FCTUC".


“Aproveitando a belíssima colecção do Professor Doutor Carlos Alberto Nabais Conde, seleccionámos alguns mapas dos séculos XVII e XVIII que podem ajudar na compreensão do que ia acontecendo com o evoluir desta grande forma litoral”, afirma o ex-Reitor e catedrático da FLUC Fernando Rebelo, que elaborou texto disponível em desdobrável, recordando o “grande geógrafo português Amorim Girão, Doutor pela Universidade de Coimbra, após a elaboração, apresentação e defesa de uma tese sobre a Bacia do Vouga”.

“A documentação do Arquivo do Porto de Aveiro concentra as diferentes valências deste porto flúvio-marítimo” – adianta Inês Amorim, detalhando: “Por um lado, registos como mapas, cartas, projectos, desenhos e respectivas memórias, a escalas diferenciadas, numa quantidade e variedade imensurável, resultam das opções e procedimentos técnicos e interventivos no porto, na cidade e na Ria. Por outro, a documentação de carácter administrativo, que inclui as actas das sucessivas administrações, livros de receitas (fiscais) e de despesas, e os relatórios de actividades, cuja natureza evoluiu à medida que a legislação e os regulamentos o exigiam. Depois, a fotografia, pelo menos desde a década de 30, documenta obras e recursos, sítios de embarque e desembarque de materiais e mercadorias, ou, ainda, imagens aéreas da barra e porto. Finalmente, os objectos atestam técnicas empregues, quer no conhecimento das marés na Ria e na embocadura da barra, quer nas obras portuárias”.

“É este conjunto, diversificado, que compõe o Arquivo da Administração do Porto de Aveiro”, acrescenta a reputada investigadora. “Se, a complementar Biblioteca, contém um acervo de obras impressas relativas a obras portuárias, nacionais e estrangeiras, justificadas pelos interesses das equipas técnicas e de engenharia, acrescentam-se muitas outras, sobre as actividades económicas e ambientais, gerais e locais, geradas e geradoras, das dinâmicas sócio-económicas”.

O livro de Inês Amorim e o catálogo da exposição encontram-se disponíveis para venda. O Porto de Aveiro disponibiliza visita virtual à exposição (imagens panorâmicas e cilíndricas, com rotação a 360º, da autoria de Romeu Bio, em http://www.op.com.pt/apa1/).

Fonte: Porto de Aveiro: Newsletter n.º 140.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Visita à exposição: Mostra Filatélica do Mar III


Fragata D. Fernando II e Gloria - Construída em Damão em 1842, última Fragata exclusivamente à vela, da Marinha de Guerra.

Emissão 1997 - Fragata D. Fernando II Naus da Carreira das Índias.
Obl. 1º Dia 12-02-1997 Lisboa, onde se perdeu num incêndio.

Arquivo APA: Projecto de melhoramento da Barra



Projecto de melhoramento da Barra e estuário do Vouga em 1925, da autoria do Engenheiro António Craveiro Lopes.



Fonte:Porto de Aveiro.

terça-feira, 13 de maio de 2008

Geminação com Gijón dá frutos...

APA e o Centro de Seguridad Marítima Integral Jovellanos celebram acordo

Porto de Gijón

Porto de Aveiro

No passado dia 9 de Maio, a APA e o Centro de Seguridad Marítima Integral Jovellanos (Espanha), assinaram um protocolo de colaboração tendo em vista o desenvolvimento e execução de projectos de investigação e estudos destinados a encontrar soluções para a problemática do sector marítimo portuário, assim como em projectos que permitam a reciclagem dos profissionais da APA, S.A., mediante adequada formação.

O acordo foi assinado por José Luís Cacho, Presidente do Conselho de Administração da APA, e por Enrique Fernandez Pérez, representando este o Centro de Seguridad Marítima Integral Jovellanos, no exercício de poderes delegados pelo Conselho de Administração da Sociedad Estatal de Salvamento y Seguridad Marítima.

Através dos mecanismos estabelecidos no acordo, o Centro Jovellanos, que dispõe de uma vasta equipa de profissionais, técnicos e de equipamento de simulação, realizará, mediante solicitação e por conta da administração do porto de Aveiro, a assistência técnica e estudos de manobrabilidade de navios no porto de Aveiro; o estudo e a digitalização de diversos cenários de entradas e saídas do porto, bem como o desenvolvimento de planos de formação dirigidos aos profissionais que executam essas manobras.

Por seu turno, e para viabilização do ponto anterior, a APA facultará ao Centro Jovellanos a cartografia existente, assim como a informação sobre ventos locais, fotografias aéreas do porto e demais dados complementares que se revelem necessários à elaboração dos cenários e estudos de manobrabilidade referidos.

Prevista também a colaboração estreita no que se refere ao planeamento de cursos e na concepção de material didáctico, com especial ênfase em aspectos inovadores dos mesmos e na aplicação de novas tecnologias aos planos formativos.

Para a prossecução do acordo vai ser constituída uma comissão conjunta, formada por dois representantes da Administração do Porto de Aveiro e outros dois do Centro Jovellanos. Esta comissão poderá propor a extensão do acordo de colaboração a novos campos de actuação.

Este protocolo surge no seguimento da geminação do Porto de Aveiro com o Porto de Gijón, começando já a evidenciarem-se resultados concretos desta ligação entre as duas administrações portuárias.


Fonte: Porto de Aveiro: Newsletter n.º 139.

Visita à exposição: Mostra Filatélica do Mar II


O Relato de uma Tragédia

“Pelas 0600 do dia 15 de Maio de 1956, arriaram-se os botes para a faina da pesca, com aragem SSE, névoa e mar de pequena vaga.

Pelas 0930 como houvesse fracas informações meteorológicas consulados os navios próximos: Luiza Ribau a W, Oliveirense a NNW, Creoula a SSW e Terra Nova a SSE, resolvemos chamar os botes a essa mesma hora. Às 1145 tinha todos os pescadores a bordo verificando-se a falta de… cédula nº ….. de Setúbal inscrito no G.A.N.P.B. com o nº …., continuando o tempo bom, com névoa negra.

Pelas 1600 refrescou mais o vento ficando força 3. No entanto continuava o tempo bom, dando-se sinais ininterruptamente. Continuou a névoa negra. Pelas 0400 do dia seguinte 16 de Maio clareou, vindo névoa depois para clarear completamente pelas 1100. O Luiza Ribau andou a pesquizar o mar desde as 0400 com horizonte muito largo por vezes. Pelas 1100 suspendemos, com leve aragem de WNW mar quási raso naveguei a pesquizar o mar não vendo quaisquer vestígios do bote. Voltei à mesma posição onde fundeei, com mar estanhado e calma. No dia 17 de Maio não restando mais esperanças de encontrar o referido pescador suspendi e naveguei para SW.”

E uma semana depois o pescador apareceu com o seu bote, tendo sobrevivido bebendo água recolhida com a vela e comendo peixe cru.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Visita à exposição: Mostra Filatélica do Mar

Esteve em exposição, na Galeria da antiga Capitania do Porto de Aveiro, até ao passado dia 07 de Maio a mostra filatélica do mar. Uma inciativa que surgiu no âmbito das Comemorações do Bicentenário da Abertura da Barra e que contou com a parceria da Secção Filatélica e Numismática do Clube dos Galitos.

O barramar.blog, não deixou de marcar presença...
Depois de ter visitado a exposição de cartografia "A Barra e os Portos da Ria de Aveiro 1808-1932", que ali esteve patente, algumas semanas antes, fiquei de certa forma curiosa, por saber o que iria encontrar desta vez, por isso, não hesitei e aproveitei o último dia da exposição para enriquecer a minha cultura e aqui partilhar convosco.

Deixo-vos aqui apenas alguma fotos, e fica a promessa de durante os próximos dias publicar mais algumas imagens, que ficarão com certeza para a posteridade...







quarta-feira, 7 de maio de 2008

Aveiro: Exposição internacional de cartoon "ÁGUA COM HUMOR”


“Sendo, a água, um bem precioso, preciosa é a região onde se insere o Porto de Aveiro. Temos uma esplendorosa Ria, um mar que afaga costa luminosa. Quanto a refrigério, água e humor emparelham. Na vida, como na feliz simbiose desta exposição que o Porto de Aveiro, enquanto membro dinamizador da Comissão das Comemorações do Bicentenário da Abertura da Barra de Aveiro, oferece à comunidade. Mais uma iniciativa a enriquecer o bojudo lote de manifestações culturais do programa evocativo do Bicentenário. Que a água, aqui usada como tema inspirador de magníficos cartoons, vos rasgue mil sorrisos e alguma reflexão.”

É desta forma que José Luís Cacho, Presidente do Conselho de Administração do Porto de Aveiro, apresenta a exposição internacional de cartoon “ÁGUA com HUMOR”, que irá ser inaugurada, este sábado dia 10 de Maio, pelas 15 horas, na Casa de Cultura Fernando Távora, e poderá ser visitada por todos nós até 08 de Junho.
Esta exposição, que já percorreu várias cidades do nosso país, reúne cerca de 150 cartoons sobre o tema da água, e mostra como se pode, com algum humor, chamar a atenção de todos para um dos principais problemas do mundo neste começo do séc. XXI.

Segundo o Director do Museu Nacional de Imprensa, Luís Humberto Marcos:

"... o humor é um bem inesgotável, ao contrário da água potável que tende a esgotar-se em largas zonas do planeta. Este rio de humor é por isso mais cristalino do que a água das torneiras."

“AGUA com HUMOR” tem produção do Museu Nacional da Imprensa, sendo organizada pela Comissão das Comemorações do Bicentenário da Abertura da Barra de Aveiro, Porto de Aveiro, Município de Aveiro e Museu de Aveiro. De registar ainda o apoio do “Diário de Aveiro” e da “Rádio Terra Nova”, dois órgãos de comunicação social que têm acarinhado bastante todas as realizações integradas nas comemorações do Bicentenário da Barra de Aveiro.

Aqui ficam alguns dos cartoons premiados no V PortoCartoon, e que poderá encontrar na exposição a inaugurar dia 10 de Maio.


Estamos todos convidados!!!

GRANDE PRÉMIO PORTOCARTOON

Autor: MUHITIN KOROGLU - Turquia


2º PRÉMIO

Autor: GRZEGORZ SZUMOWSKY - Polónia

3º PRÉMIO

Autor: YURI OCHAKOVSKY - Israel

: : :


MENÇÕES HONROSAS

ANGEL BOLIGAN CORBO - Cuba

STEFAN DESPODOV - Bulgária


PEDRO SUÁREZ - Cuba


Willem Rasing - Holanda

Mikhail Zlatkovsky - Rússia

Ilustres Aveirenses: VON HAFE João Henrique Adolfo

VON HAFE João Henrique Adolfo

João Henrique Adolfo Von Hafe, foi um dos ilustres aveirenses, homenageado no passado dia 28 de Abril, no Museu da Cidade. Nasceu no Porto em 1855 e aí mesmo viria a falecer em 1930, foi um empenhado engenheiro da JARBA (Junta Autónoma da Ria e Barra de Aveiro), e o seu trabalho ainda hoje é reconhecido.

Da sua acção destacou-se, o Estudo e o Projecto de Melhoramento da Barra, em 1925 e 1927 respectivamente, onde actuou e defendeu a construção de um dique de concentração de correntes e o prolongamento do molhe norte, em mais 300 metros em direcção ao mar.

Este projecto viria a ser aprovado, em 1930, depois de aperfeiçoado pela Missão Inglesa (firma inglesa, especializada e consultada para esta matéria a pedido do Ministério das Obras Públicas) vindo a servir de pedra basilar na primeira fase do plano portuário de Aveiro.

O Eng.º Von Hafe propugnou também por uma Barra a 18 pés, à custa do prolongamento do Molhe Norte e sem dragagens.

A este ilustre se deveu também o Anteprojecto de um porto de comércio e de pesca que propunha um plano geral de construção do porto interior de Aveiro.
Aqui fica a nossa homenagem...


Projecto de melhoramento da Barra de Aveiro, da autoria do Engº Von Hafe.

Fonte:
Arquivo do Distrito de Aveiro, 1947, Vol. XIII
A Barra e os Portos da Ria de Aveiro 1808 - 1932, APA- Administração do Porto de Aveiro, 2008.
Porto de Aveiro: Entre a Terra e o Mar, Inês Amorim, 2008.

Mais azul nas nossas praias


São nove, de as praias de Aveiro que irão hastear a Bandeira Azul durante o ano de 2008. A Associação Bandeira Azul da Europa divulgou a lista que inclui as praias da Baía (Espinho), Cortegaça e Furadouro, (Ovar), Torreira (Murtosa), São Jacinto (Aveiro) Barra e Costa Nova (Ílhavo) e Areão – que recebe pela primeira vez aquele galardão e Vagueira (Vagos).

Veja aqui a Lista de Zonas Balneares e Marinas, galardoadas 2008.


Fonte: Online News

terça-feira, 6 de maio de 2008

Memórias X

Carregamento de Sal em Vagons no Canal de S. Roque.

Carregamento de Sal em Vagons no Canal de S. Roque.


segunda-feira, 5 de maio de 2008

Aveiro: Número de marinhas mantém-se, mas diminui a área de produção de sal

Foto: Salinas de Pedro Esteves in Olhares.com

São as mesmas as marinhas que iniciaram os trabalhos de preparação para a safra deste ano. Resistem nove marinhas, mas é reduzida a área de produção, duas das quais atingidas pela linha de caminho de ferro em construção.

É o mesmo número de marinhas de sal que irá produzir este ano, comparando com 2007, mas será inferior a área, em parte inviabilizada pelas obras do caminho-de-ferro, de ligação entre Cacia e a área portuária, que irá atravessar a zona do salgado de Aveiro, junto à A25.

Agora é tempo de preparar as marinhas depois das chuvas de Inverno, e o resultado a obter no final da safra dependerá do estado do tempo dos próximos meses. A safra do ano passado não traz boas recordações, uma vez que apenas no final de Julho foi possível iniciar a extracção.


As que se encontram em fase de preparação para a produção são as marinhas: «Podre»,«Caniceira»,«Peijota»,«18Carbonetes»,«Puxadoiros»,«Grã-Caravela»,«Troncalhada», «Santiaga da Fonte», «Senitra» e «Paçã».

A construção da linha de caminho de ferro que avança paralelamente à A-25, entre Mataduços, Esgueira e a Gafanha da Nazaré afecta duas marinhas ao longo das zonas de S. Roque e da ligação de Aveiro à Gafanha da Nazaré. Inviabiliza cerca de metade da marinha «Podre» e uma pequena parte da «Peijota».

As marinhas que ainda sobrevivem estão a ficar cercadas por obras, da construção da ligação ferroviária à área portuária, da nova ponte sobre o Canal das Pirâmides e da consolidação da plataforma da antiga Lota, condicionando as áreas disponíveis para a actividade da produção artesanal de sal assim como os acessos às marinhas.
A tendência para a redução da área colocada «a sal» em cada safra, convive com um novo passo do sector, que visa o desenvolvimento da actividade através de um plano de obras de protecção de áreas de marinhas e da protecção da marca do sal de Aveiro. Num processo em que está envolvida a Associação de Produtores e Marnotos da Ria de Aveiro foi conseguida a aprovação dos 27 Estados Membros da União Europeia que votaram a favor da inserção do sal «no anexo ao Regulamento 510/ 2006 da Comissão sobre a indicação geográfica protegida (IGP) e sobre a denominação de origem protegida (DOP).

O processo de certificação a que é agora possível ter acesso implica, naturalmente, o cumprimento de regras na produção de sal, mas, fundamentalmente, na protecção do produto, passando a ter um certificado de origem de produção artesanal diferente dos que são industrialmente transformados.

Um objectivo importante a atingir é a assegurar que o sal de Aveiro não seja vendido sem a respectiva certificação. Um dos factores que tem contribuído para a decadência da actividade é, precisamente, o comércio de sal como se fosse de Aveiro, sem o ser. Por isso, o mercado do sal, original de Aveiro, poderá agora crescer.
Quanto ao plano de intervenção de protecção das marinhas, através de uma construção ao seu redor, é admitida a possibilidade de passar das nove para 50 marinhas em funcionamento, garantindo uma produção anual de 10 mil toneladas de sal, como disse ao Diário de Aveiro o presidente da associação, Manuel Estrela Esteves.

Fonte: Dário de Aveiro.

terça-feira, 29 de abril de 2008

O Destino do Peixe... No Museu Marítimo de Ílhavo

Inauguração de exposição - Dia 03 de Maio, Sábado, às 17h00.
Exposição patente até 20 de Julho.



Segundo, Mário Ruivo - Biólogo

Quando folheei pela primeira vez o livro de Isabelle Lebastard (Poemas) e de Brigitte d’Ozouville (Fotografias), para além da transcendência das imagens impressionou-me o quebrar das barreiras culturais que representa. Produto desta nova Europa em que as identidades tradicionais se integram com a vivência num espaço cultural vasto que ultrapassa fronteiras, onde se manifestam as sensibilidades individuais agora desinibidas da ortodoxia dicotómica entre “nós” e os “outros”.

Francesas, investigadoras e mães de família, como elas próprias se apresentam, Isabelle Lebastard e Brigitte d’Ozouville só se encontraram em Portugal, seu “país de adopção”, atraídas ambas pela luz e pela língua que aqui descobriram. É essa luz e essa língua – é esse sentir - que as autoras nos devolvem nesta obra centrada sobre o mar e o litoral. O título, “Destino de Peixe”, desperta-me lembranças pessoais: nasci em Março sob o signo dos peixes e é nos mistérios do mar que tenho andado embrenhado. A todos, por certo, abre-nos as portas da imaginação: os barcos abandonados nos sapais, as redes como espuma ao vento, o céu e os mares azuis a perderem-se no horizonte.


Na complementaridade dos seus Poemas e Fotografias, as autoras transmitem-nos um olhar pleno de intimidade sobre um Portugal que os que aqui nascemos, tendemos muitas vezes a ignorar. Um olhar que é ao mesmo tempo poético e antropológico, pictural e sentimental. Não um simples retrato, afinal, mas uma procura sensível deste país e da memória histórica da sua atitude em face do “Mar – Oceano” em contraponto com o destino – o destino do peixe e o destino do homem que se cruzam: “Rezem para que as almas os pescadores regressem”, “… peixes cujas almas fogem a voar.” “História familiar” do peixe–alimento e do peixe–imaginário. Visão patente nos pratos de cerâmica decorativa que trazem o mar e o peixe para o quotidiano das nossas casas. As meta-fotografias de Brigitte d’Ozouville mostram-nos múltiplas dimensões desta realidade e revelam-na nas abstracções das tintas usadas pelo tempo e pela salsugem ou no entrelaçado das redes modelando a dinâmica das vagas. Universo marcado pela presença do homem como deus ex-machina, o braço que controla a chave do mundo tecnológico em que o pescado se empilha nas “…caixas metálicas bem fechadas”, nas palavras de Isabelle Lebastard.

Vem-me à mente, a propósito, uma reflexão da minha saudosa amiga Elizabeth Mann Borgese, num trabalho sobre o oceano planetário a que estivemos associados e já muito distante no tempo quando acentua que “Só o homem deixou marcas indeléveis da forma como a sua inteligência interpreta o mar e como o mar influi em si e na sua vida, o seu pensamento e a sua concepção do mundo”...


Fonte: Museu Marítimo de Ílhavo.

A Regata Internacional Rota da Luz Rias Baixais – Ria de Aveiro inicia-se este fim-de-semana


A Regata Internacional Rota da luz Rias Baixas – Ria de Aveiro, inicia-se este fim-de-semana, 1 a 4, com o arranque da 1ª etapa Pobra de Caramiñal – Vigo – Povoa de Varzim. No fim-de-semana seguinte, 10 e 11 de Maio, tem lugar a 2ª etapa que percorre Póvoa de Varzim a Aveiro.

Esta regata conta com a organização conjunta de Associação Aveirense de Vela de Cruzeiro – AVELA, Club Atlântico de Navegacíon de Altura de Galicia e o Clube Naval Povoense e apoio da empresa espanhola Maregalia.

A forte componente náutica e marítima da região de Aveiro é um factor de afirmação regional, com dimensão e projecção internacional, que proporciona inúmeras possibilidades de desenvolvimento turístico sustentável. Nesta medida, a Região de Turismo Rota da Luz aproveita o lançamento da Regata para realizar uma campanha promocional na Galiza, envolvendo diversos agentes turísticos regionais que irão assistir a partida da Regata a partir de Pobra de Caraminal (Vigo).

Do programa consta um passeio em Catamaran, visita a pontos estratégicos da ria, jantar de recepção aos convidados e participantes assim como diferentes momentos animação.

A participação da Rota da Luz nesta acção enquadra-se na nova estratégia promocional e comunicacional delineada para a região – uma Região de Água, dinâmica, activa, com espaços de água únicos direccionados para o lazer, diversão, aventura, conhecimento e emoção. Principal produto estratégico para o desenvolvimento turístico regional, o turismo náutico encontra nesta região condições naturais únicas, diferenciadoras, enquadrando-se nas novas tendências da procura turística nacional e internacional.

A promoção da Regata Internacional Rota da Luz Rias Baixas – Ria de Aveiro, a difusão do turismo náutico e as possibilidades de crescimento deste produto e consequente dinâmica das associações e clubes náuticos e agentes turísticos regionais são elementos estratégicos na afirmação e comunicação internacional, da forte componente náutica e marítima que caracteriza e diferencia a Região de Aveiro.
Desta forma a Rota da Luz estará presente de um modo activo promovendo o destino Aveiro, procurando criar diferentes momentos de animação assim como interacção com os variados públicos.

O mercado espanhol representa para a Região de Aveiro o principal mercado internacional emissor de turistas. A Galiza é responsável por uma percentagem elevada de turistas e visitantes na Rota da Luz, deste modo, ao desenvolver mais uma acção promocional em Espanha, a Região de Turismo Rota da luz procura envolver e fidelizar um mercado que encontra no destino Aveiro inúmeros motivos de visita, e com o qual partilha peculiares afinidades.

Segundo Pedro Silva, Presidente da Rota da Luz «Este evento enquadra-se na prioridade de promoção da Região que deve ter o turismo náutico como principal valor na comunicação deste destino turístico de excelência».


Consulte aqui:

Fonte: Rota da Luz.