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terça-feira, 25 de março de 2008

Memórias VI

Postal de Aveiro: Os Moliceiros de velas pandas na Ria.

Postal de Aveiro: 1969 - Barco Moliceiro junto à lota de Aveiro, à entrada do canal da pirâmides
Postal de Aveiro: Barco Moliceiro carregado de moliço.

Memórias V

Postal de Aveiro: As Canastras do Sal

Postal de Aveiro: Cobertura da neve salgada

Postal de Aveiro: Os Marnotos a preparar o Sal

Postal de Aveiro: As Salinas

sexta-feira, 21 de março de 2008

Ria de Aveiro entre as áreas prioritárias para defesa do litoral


A Ria de Aveiro foi confirmada esta quinta-feira pelo Governo entre as três áreas de intervenção prioritária para operações de requalificação e valorização do litoral, embora não tenha sido ainda aprovada a criação da sociedade Polis para a gestão do território lagunar.

Além da laguna, estão abrangidos o Litoral Norte e a Ria Formosa.
Estado, municípios e entidades privadas vão ser envolvidos no programa que contará com fundos comunitários no âmbito do QREN.

O Conselho de Ministros aprovou, no entanto, apenas o Decreto-Lei que constitui a sociedade Polis Litoral Ria Formosa – Sociedade para a Requalificação e Valorização da Ria Formosa, uma sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos para a gestão, coordenação e execução do investimento a realizar.

Segundo o ministro do Ambiente, Nunes Correia, que falava no final do Conselho de Ministros, o Polis da Ria de Aveiro vai incluir 11 municípios que circundam a praia e prevê "sistemas de protecção contra a erosão costeira" e a requalificação de "todas as zonas urbanas que confrontam com a ria e a zona de mar".

A resolução do Governo determina nas áreas de intervenção prioritária a realização de um conjunto de operações de requalificação e valorização de zonas de risco e de áreas naturais degradadas situadas no litoral.

O Polis Litoral – Operações Integradas de Requalificação e Valorização do Litoral surge com vários objectivos, entre os quais potenciar os recursos ambientais como factor de competitividade; proteger e requalificar a zona costeira; prevenir e defender pessoas, bens e sistemas de riscos naturais ou promover a fruição pública do litoral, suportada na requalificação dos espaços balneares e do património ambiental e cultural.

O modelo de intervenção será estruturado num Plano Estratégico e na criação de uma entidade gestora com a natureza de empresa pública de capitais exclusivamente públicos que associa o Estado, com participação maioritária, e os municípios territorialmente abrangidos, “a quem incumbe a gestão, coordenação e execução das operações de requalificação e valorização definidas”.

Fonte: Notícias de Aveiro.

quarta-feira, 19 de março de 2008

Artesão: José Alberto Ferreira


Nascido em Ílhavo a 06 de Janeiro de 1946, José Alberto Malaquias Ferreira é um conhecidíssimo artesão da região.
Em 1964 tirou o curso de Serralharia Mecânica na Escola Industrial e Comercial de Aveiro, e em 1969 concluiu o curso de Engenheiro Maquinista na Escola Náutica de Lisboa.


O seu interesse pela arte de colocar barcos dentro de garrafas, surgiu a partir de 1982, em conjunto com o seu sogro Samuel Corujo, mas só a partir de 2001, altura em que se reformou da Marinha Mercante, é que se dedicou de formar mais activa a esta forma de arte. Faz miniaturas de barcos, sobretudo antigos veleiros usados na pesca do bacalhau, e coloca dentro de garrafas de vidro. Os barcos são introduzidos nas garrafas pelo gargalho, com os mastros e o velame completamente arreados, que depois são erguidos dentro da garrafa, à custa de um paciente e minucioso trabalho.

Já participou em várias feiras de artesanato da região de Aveiro (FARAV) e exemplares da sua obra como artesão podem ser encontrados espalhados por todo o mundo.

Fonte: http://barcosemgarrafas.no.sapo.pt/

terça-feira, 18 de março de 2008

Aveiro: 1º Circuito de Canoagem SCA / VERA CRUZ


É já na próxima Sexta-feira, dia 21 de Março, pelas 15.00 horas, que se realiza o primeiro Circuito de Canoagem SCA/Vera Cruz, com partida do Cais da Fonte Nova.
A organização do evento desportivo é da Secção de Canoagem do Sporting Clube de Aveiro, Associação de Canoagem de Aveiro e Junta de Freguesia da Vera Cruz.
Com este evento, pretende-se promover a Canoagem, a Ria e a Cidade de Aveiro.
Para mais informações, consulte o site: http://www.sportingcaveiro.pt/

Fonte: Sporting Clube de Aveiro

terça-feira, 11 de março de 2008

Canção de Aveiro: MOLICEIRO


I
Meia-noite ria abaixo
Lá vai lesto o moliceiro
Vai retratando nas águas
As saudades do barqueiro

II
Nas noites em que há luar
Quando passas moliceiro
És das coisas mais bonitas
Que tem a ria de Aveiro

REFRÃO
Ai, ai, ai, lindo moliceiro
Deixa-me ir contigo à ria de Aveiro
À ria D'Aveiro à ria sem par
Lindo moliceiro que andas a vogar
Que andas a vogar na ria d'Aveiro
Deixa-me ir contigo, lindo moliceiro

Fonte: Confraria São-Goncalo.

terça-feira, 4 de março de 2008

Aveiro: "Cidade do Romance"

O deputado municipal do CDS-PP, Miguel Fernandes, quer passar da expressão «Aveiro Veneza de Portugal», aos actos. Uma geminação com a cidade italiana, também atravessada por canais, é o caminho para cruzar Aveiro e Veneza, em vários domínios.

O deputado municipal Miguel Fernandes, da bancada do CDS-PP na Assembleia Municipal de Aveiro, entregou uma proposta de recomendação à Câmara, defendendo uma geminação com Veneza. Miguel Fernandes apontou para uma lista de 13 geminações com Aveiro, de vários países, e conclui que «por incrível que pareça, não consta a de Aveiro com Veneza!».

«Porque é que o município de Aveiro nunca se geminou com uma cidade tão próxima e familiar para si quanto a de Veneza?», pergunta ao mesmo tempo que associa esta iniciativa à candidatura da Ria às Sete Maravilhas Naturais do Mundo. A apresentação da proposta na Assembleia Municipal teve um comentário, de Jorge Afonso, do Bloco de Esquerda, que discorda da geminação, preferindo, não com a cidade italiana, mas usando o argumento da água, com a holandesa Amesterdão. Com Veneza é «pretensiosismo», concluiu.

Mas, para Miguel Fernandes não é. Se estivessem geminadas, Aveiro poderia tornar-se «a cidade do romance, através da criação de novos percursos turísticos nos canais e ruas, iniciativas com inspiração veneziana e a doação recíproca de moliceiros e gôndolas para exposição nos seus canais». Com as duas geminadas poderia haver um «intercâmbio de iniciativas culturais e recreativas, por exemplo o Carnaval, exposições, cinema, festivais, exposições, manifestações artísticas, na divulgação de valores do património natural, edificado e da museologia».

Defende ainda o «fomento das relações entre organismos representativos de profissões liberais e artísticas e entre entidades ou instituições culturais; intercâmbio de materiais de divulgação e informação turística». A relação permitiria também o incentivo à possibilidade de criar «condições privilegiadas de alojamento, restauração, visitas a museus e utilização de estruturas de transporte e de lazer em condições especiais». No âmbito da relação que Miguel Fernandes defende seria ainda possível a «produção e troca de informação acerca de programas de reabilitação urbana, modelos e sistemas de transporte marítimo e fluvial, estruturas de embarque e demais logística, sistemas e mecanismos hidráulicos de gestão das correntes marítimas, soluções de tratamento de águas e seus efluentes e projectos de conservação ambiental».

Para Miguel Fernandes, uma geminação com Veneza reforçaria «o crescimento das relações internacionais do município, possibilitando o conhecimento das vivências locais e o fomento do intercâmbio de ideias, experiências e soluções em áreas tão diversas como as do turismo, cultura, economia, transporte marítimo, reabilitação urbana, gestão de recursos hídricos, ambiente e desenvolvimento local sustentável». De resto, diz o elemento da bancada do PP, «há imensas semelhanças históricas ligadas às suas tradições náuticas e referências culturais, para além de muitos elementos naturais e físicos, como a água e os canais que as transpõem».

Fonte: Diário de Aveiro.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Painéis Cerâmicos de Aveiro (2)

Painel das Escadarias do Mercado Manuel Firmino

Painel azulejar representativo das várias actividades tradicionais da região: pesca, salicultura, apanha do moliço, venda de peixe e de amêijoa, assim como imagens características: as palmeiras do Rossio, a Ponte da Dubadoura, as Salinas e os montes de sal, etc. Predominam as cores verde, azul e lilás. O design ficou a cargo de Jeremias Bandarra e a cerâmica a cargo de José Augusto.





Painéis azujelares da Estação de Caminhos de Ferro de Aveiro

O edifício da estação é constituído por três sectores: um central, de três pisos apresentando três portas amplas ao nível do plano inferior; e dois laterais simétricos, de dois pisos, com uma porta e dois postigos de secção rectangular. Obedece a uma gramática estilística que se designa por “casa portuguesa”, sendo um bom exemplar ao nível regional. Mas, mais do que a arquitectura, é a azulejaria que torna o edifico notável. Este, apresenta uma riquíssima colecção de painéis de azulejos que revestem as paredes das suas fachadas. O seu objectivo é, não só, ilustrar as fachadas do edifício, mas também transmitir, através de um discurso visual de leitura fácil e assegurada (Calado, 2001, p.245), os principais monumentos culturais da região e do país aos viajantes e utentes em geral que por ali passam. Deste modo, entre os principais painéis encontram-se essencialmente, motivos etnográficos e monumentais, tais como: figuras, fainas e paisagens tipicamente características da região; as armas da cidade; figuras ilustres que contribuíram para a construção da linha ferroviária, monumentos de carácter regional e nacional. Autores: 1916 - Licínio Pinto e Francisco Pereira, 1986 - Breda e em 2000 - F. Lista


Fonte: Câmara Municipal de Aveiro.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Evolução da Ria de Aveiro

A ria de Aveiro estende-se, pelo interior, paralelamente ao mar, numa distância de 45 quilómetros e com uma largura máxima de onze quilómetros, no sentido Este-Oeste, desde Ovar até Mira.

A Ria é o resultado do recuo do mar, com a formação de cordões litorais que, a partir do século XVI, formaram uma laguna que constitui um dos mais importantes e belos "acidentes" hidrográficos da costa portuguesa.

Em tempos remotos, a costa apresentaria uma configuração bem diferente da actual. Deveria ser uma imensa baía junto da foz do rio Vouga, com um aspecto semelhante ao representado na figura, ao lado.



Com o passar dos anos, e devido a um lento processo de deposição de areias com formação de cordões dunares litorais, começou a surgir uma laguna com algumas ilhas dispersas no interior, ficando com um aspecto semelhante ao da figura ao lado.



Ao longo dos tempos o processo de formação do cordão litoral de dunas deu origem a uma laguna, na qual desagua o rio Vouga e outros pequenos cursos de água.


Durante vários séculos a ligação com o mar, conheceu diferentes localizações, entre Ovar e Mira, havendo anos em que a laguna ficava completamente isolada do mar, tornando esses períodos de muita pobreza e calamidade para os habitantes de Aveiro.

Foi então que no século XIX, às 7 horas da tarde do dia 03 de Abril de 1808, a Barra de Aveiro foi fixada definitivamente na zona onde actualmente se encontra, permitindo desta forma, com que a ria de Aveiro se tornasse importante meio de comunicação e ligação importantíssimo, para além do belo elemento paisagístico, que tão bem caracteriza esta região.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

200 Anos da Abertura da Barra - Peça Teatro "A Menina do Mar"


Inserida nas Comemorações do Bicentenário da abertura da Barra de Aveiro - Peça de Teatro "A Menina do Mar".

De Sábado, 9 de Dezembro de 2006 a Domingo, 17 de Dezembro de 2006.

Era uma vez uma menina que vivia no mar e sonhava saber como era a terra… Era uma vez um menino que vivia na terra e sonhava saber como era o mar… A “Menina do Mar” é uma história que cheira a maresia…e a magia! Num concerto encenado, a partir do conto de Sophia de Mello Breyner e com música de Fernando Lopes-Graça, vamos entrar no mundo de sonho e fantasia da “Menina do Mar”. A música e as palavras entrecruzam-se… A “Menina do Mar” é um apelo a sensações visuais tácteis e auditivas, das quais emerge a realidade criada pelas palavras poéticas e claras, límpidas como a água… A interpretação musical estará cargo da Orquestra Filarmonia das Beiras, com a direcção do Maestro Rui Pinheiro, que nos irá envolver numa história de amizade e sonhos, protagonizada pela actriz Isabel Leitão.

Preço: Público Geral - 10 €

Sessões às 15:30 nos dias 9, 10, 16 e 17

Sessões às 17:00 nos dias 10 e 17

Sessões às 10:00 e 11:30 nos dias 13, 14 e 15 para Público Escolar (Esgotado)

Ficha Técnica: Interpretação de Isabel Leitão Música de Fernando Lopes-Graça Maestro Rui Pinheiro Interpretação (musical) pela Orquestra Filarmonia das Beiras Figurinos de Rafael Mapril Adereços de Raquel Gomes

Direcção Artística de Rui Sérgio.

Fonte: Teatro Aveirense - http://www.teatroaveirense.pt/

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Exposição "Rumar a Mar Alto"

A inauguração é HOJE (12.Outubro.2007), pelas 19h30 no Teatro Aveirense.

A exposição "Rumar a Mar Alto" encontra-se integrada nas Comemorações do Bicentenário da abertura da Barra de Aveiro. O espaço do Teatro Aveirense apresenta-se como “palco” de variadas formas visuais de expressão artística contemporânea, passando pela pintura, o desenho, a instalação, a fotografia...

A presente exposição aborda a produção de um conjunto de artistas promissores cujo trabalho tem pretensões para conquistar uma cada vez maior visibilidade no panorama artístico. Grande parte dos envolvidos teve formação na Faculdade de Belas Artes Universidade do Porto, podendo tal reflectir a existência de cumplicidades no discurso estético. São nomes como André Alves, Ana Oliveira, Dalila Gonçalves, Daniela Fernandes, Dora Moura, Inês da Gama, João Silva, Maria Sottomayor, Patrícia Geraldes e Sofia Pinheiro. O que está patente consiste num grupo de respostas diversificadas à proposta de exposição colectiva que tem como temática “o Mar”.

Com entrada gratuita, a mostra pode ser visitada até 12 de Novembro, de Terça a Domingo, das 13h00 às 20h00.

Uma organização da APA - Administração do Porto de Aveiro e Teatro Aveirense, com a participação da Escola de Belas Artes do Porto.



Fonte: Teatro Aveirense.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

1808-Abertura Oficial da Barra

"No dia 3 de Abril deste ano (1808) pelas 7 horas da noite, quando o desnível das águas era mais de 2 m do interior para o exterior, arrancando ele próprio Luís Gomes e o desembargador Verney as estacas e fachinhas que revestiam a areia, e empunhando enxadas e pás, abriram uma vala através do areal... As águas começaram logo a correr, primeiro mansamente, para bem depressa saírem em torrente arrebatadora para o mar, arrastando massas enormes de areia. A acção da corrente foi tão repentina e o sucesso tão feliz que as águas dos bairros inundados de Aveiro e da praia baixaram 3 palmos (0,66 m) em 24 horas e outro tanto no dia seguinte, apesar da grande distância da cidade à barra. Imagine-se qual seria a velocidade da corrente das àguas! A barra apresentou-se com 20 a 30 palmos de àgua e com 120 braças de largura".

Adolfo Loureiro, em "Guia de Portugal", Beira Litoral, Página 528.

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Olá a todos, sejam bem-vindos ao meu blog!

No âmbito do concurso de weblogs - "Blogmar", promovido pelo Porto de Aveiro e integrado nas Comemorações do Bicentenário da Abertura da Barra de Aveiro, surge a ideia de participação neste verdadeiro desafio.
Este é o meu primeiro Blog e com ele pretendo divulgar algumas ideias relacionadas com o mar, ria e o Porto de Aveiro. Deixe-se viajar connosco, prometo que não se arrependerá....

Carla Ferreira