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segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Os maiores Veleiros do mundo

quinta-feira, 24 de julho de 2008

CONCURSO DE FOTOGRAFIA “PORTO DE ENCONTRO”

À Espera
Autor: Abel Barreto, de Esgueira

O Porto de Aveiro, continua com a publicação de algumas fotos que integraram o concurso de fotografia “Porto de Encontro”.

Este Concurso de Fotografia foi mais uma iniciativa do programa comemorativo do Bicentenário da abertura da Barra de Aveiro, e registou uma forte adesão da comunidade, com 61 concorrentes e perto de 500 fotografias.

Os prémios foram entregues no passado dia 3 de Abril.

Fonte: Porto de Aveiro

segunda-feira, 21 de julho de 2008

71 Anos do Museu Marítimo de Ílhavo

10h-24h Dia Aberto
10h-19h Visitas Guiadas
10h-17h Ateliers Temáticos de Serviço Educativo

21h30 Sessão Comemorativa
: Apresentação do projecto "Arquivo de Memórias da Pesca do Bacalhau"
: Inauguração da exposição "Nos Porões da Memória", com fotografias de João São Maros, Artur Seabra Oliveira e João Cruz

22h30 Espectáculo de acordeão e bateria no jardim interior do museu com João Gentil & Luís Formiga



Fonte: Museu Marítimo de Ílhavo.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Concurso de Fotografia “PORTO DE ENCONTRO”

Autor: Guilherme Lima, de Vagos.

O Concurso de Fotografia "Porto de Encontro", foi mais uma iniciativa do programa comemorativo do Bicentenário da abertura da Barra de Aveiro, e registou uma forte adesão da comunidade, com 61 concorrentes e perto de 500 fotografias.

Os prémios foram entregues no passado dia 3 de Abril.

Fonte: Porto de Aveiro

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Revista da Armada: 200 Anos da Abertura da Barra de Aveiro



Este mês, a Revista da Armada dá especial destaque aos 200 anos da abertura da Barra de Aveiro, um acontecimento histórico e memorável para as gentes da terra...

Porto de Aveiro - 1610.
Atlas de Pedro Teixeira de Albernaz.
"..."

"As primeiras referências documentais à região de Aveiro datam do século XI (entre 1037 e 1065), sendo pois anteriores à criação do Estado Português ou mesmo do Condado Portucalense.
Nessa época a linha de costa nesta região era substancialmente diferente da actual. Ovar tinha deixado de ser uma povoação do litoral estando já protegida do mar por um cordão dunar que foi avançando sucessivamente para Sul.
No entanto, Aveiro, Ílhavo, Vagos e Mira mantinham-se como povoações à beira do Oceano e há referências a importantes actividades marítimas."
"..."
Estávamos no tempo das Invasões Francesas; em Novembro de 1807 o Exército Franco-Espanhol comandado por Junot invade e ocupa Portugal enquanto a Corte e o governo retiram para o Brasil.

A 3 de Abril de 1808, com o auxílio das fortes chuvadas que se fizeram sentir, e com o desnível de mais de 2 metros entre as águas lagunares e o oceano, retirou-se o último obstáculo – uma pequena barragem de estacaria – e as águas rasgam o que resta do cordão dunar que, ao fim de 3 dias está estabilizado com 4 a 6 metros de profundidade e 264 de largura.

A decisão de trazer a Barra para Norte, onde estivera nos Séculos XV e XVI, próximo da cidade e das marinhas de sal, mostrou-se a solução providencial que resistiu ao longo de dois séculos e devolveu à Ria de Aveiro, e às suas gentes, as suas capacidades económicas e bem estar social.


Fonte: Revista da Armada

sábado, 28 de junho de 2008

OVAR: A Barra e os Portos da Ria de Aveiro em exposição na Biblioteca Municipal

Hoje, pelas 18 horas, na Biblioteca Municipal de Ovar, vai proceder-se à inauguração da exposição “A Barra e os Portos da Ria de Aveiro 1808 – 1932, no Arquivo Histórico da Administração do Porto de Aveiro”.

Patente até 26 de Julho, a exposição comissariada por João Carlos Garcia e Inês Amorim (ambos professores da Faculdade de Letras do Porto), cumpre em Ovar a segunda etapa de um circuito de itinerância pela Península Ibérica. Etapa que resulta de parceria entre a Câmara Municipal de Ovar, a Administração do Porto de Aveiro e a Câmara Municipal de Aveiro, sendo patrocinada pela reputada empresa SORGAL.

Integrada no programa comemorativo do Bicentenário da abertura da Barra de Aveiro (03.04.1808), é composta por documentos do Arquivo Histórico do Porto de Aveiro, empresa que, segundo José Luís Cacho, Presidente do Conselho de Administração, “decidiu libertar o seu património histórico-documental da clausura que o agrilhoava em inútil penumbra, fomentando-se, a partir de agora, o seu usufruto pela comunidade”.

O programa da inauguração abre com palavras de boas vindas pelo Presidente da Câmara Municipal de Ovar, Manuel Alves de Oliveira. Segue-se intervenção de José Luís Cacho, Presidente do Conselho de Administração da APA, e a apresentação, por Inês Amorim, do livro de sua autoria, “PORTO DE AVEIRO: Entre a Terra e o Mar”. O acto inaugural encerra com a apresentação e visita aos quatro núcleos do espólio patente na Biblioteca Municipal de Ovar.

Exposição composta por quatro núcleos - “I – A RIA DE AVEIRO”; “II – A BARRA DE AVEIRO”; “III – A NAVEGABILIDADE DA RIA DE AVEIRO”; “IV – AS MARINHAS DE SAL DA RIA DE AVEIRO”.

Fonte: Porto de Aveiro: Newsletters n.º 147

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Cartografia: Prof. Dr. Carlos Alberto Nabais

Estes, são alguns mapas da colecção particular do Prof. Dr. Carlos Alberto Nabais Conde, que estiveram em exposição na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, no âmbito do circuito de itinerância da exposição “A Barra e os Portos da Ria de Aveiro 1808 – 1932, no Arquivo Histórico da Administração do Porto de Aveiro”, e que nos ajudam na compreensão do evoluir do litoral português.

Citações:

«É este conjunto, diversificado, que compõe o Arquivo da Administração do Porto de Aveiro. Se, a complementar Biblioteca, contém um acervo de obras impressas relativas a obras portuárias, nacionais e estrangeiras, justificadas pelos interesses das equipas técnicas e de engenharia, acrescentam-se muitas outras, sobre as actividades económicas e ambientais, gerais e locais, geradas e geradoras, das dinâmicas sócio-económicas».

Inês Amorim (comissária da exposição)

«Aproveitando a belíssima colecção do Professor Doutor Carlos Alberto Nabais Conde, seleccionámos alguns mapas dos séculos XVII e XVIII que podem ajudar na compreensão do que ia acontecendo com o evoluir desta grande forma litoral».

Fernando Rebelo (docente da FLUC)


Mapa do Reino de Portugal, de Giovani Maria Cassini, publicado em Roma em 1794

Mapa da costa de Portugal, de Robert Dudley, 1661

Fonte: Universidade de Coimbra.

domingo, 22 de junho de 2008

REGATA 200 ANOS DA ABERTURA DA BARRA DE AVEIRO





Integrada no programa das Comemorações do Bicentenário da Abertura da Barra de Aveiro e numa organização conjunta da Administração do Porto de Aveiro e do Clube de Vela Costa Nova, realizou-se nos dias 14 e 15 de Junho a REGATA 200 ANOS DA ABERTURA DA BARRA DE AVEIRO.

A regata destinou-se a embarcações de cruzeiros à vela divididas em três classes: IRC, ANC, e OPEN, sendo pioneira neste tipo de prova, pois foi a primeira vez que se disputou em Aveiro uma regata com barcos detentores de certificado de abono de alto nível da vela de cruzeiro.

A prova constou de quatro regatas técnicas (percursos tipo barlavento-sotavento) realizadas ao largo da Barra de Aveiro, adaptadas ao vento disponível, que se apresentou fraco, entre os 6-8 nós do quadrante W-NW, no sábado, sendo do quadrante S-SW (10-13 nós) no domingo, permitindo regatas muito interessantes para agrado de todos os participantes.


O estado do mar permitiu a montagem de excelentes campos de regata para o que contribuiu também a Comissão de Regata, tendo esta desempenhado com extremo profissionalismo a sua função.

O acolhimento em terra decorreu também da melhor forma, com a estada das embarcações participantes no Porto de Abrigo da Pesca Costeira da APA, e com excelente hospitalidade da organização, que providenciou bem-estar e bons petiscos aos velejadores no final das regatas.

Nas regatas de sábado a disputa pelos lugares cimeiros da classe IRC foi bastante aguerrida, tendo o PEGASO-BETTERSOFT, com Rosário Fino ao leme, ficado com o melhor tempo corrigido na 1ª regata do dia, sendo a 2ª ganha pelo de MIKE DAVIS- PORTO DE AVEIRO de Delmar Conde.
O INDELEVEL, de José Bártolo, e o BIGMANIA, de Henrique Pires, arrecadaram nas duas regatas do dia a terceira e a quarta posição, respectivamente.
Na classe ANC, o PLANADOR IV–AVEICABO, de Felipe Neto, impôs-se aos restantes cinco inscritos, ganhando as duas regatas de sábado, sempre seguido pelo CASCA DE NÓS de Rita Rocha em 2º, e do LUSITO de António Rosa em 3º, ficando o NOVE NÓS de João Oliveira em 4º, com OUTSIDER de Luís Silva no derradeiro lugar desta classe.
Em OPEN, o PICATO de Miguel Lopes venceu sem oposição as duas regatas, seguido pelo RIFON de Adolfo Paião e pelo XÔXÕ de Justino Pinheiro, tendo ocupado os restantes lugares os barcos CELTA MORGANA, BISSOU DU VENT e GIN TONIC.

No domingo, com vento de SW, moderado, continuou a cerrada e emocionante disputa pela vitória na classe IRC, assistindo-se à repetição dos resultados do dia anterior. Vitória para o PEGASO-BETTERSOFT e outra para o MIKE DAVIS- PORTO DE AVEIRO, sendo esta embarcação a vencedora do troféu IRC.
A terceira posição foi atribuída ao INDELEVEL e a quarta ao BIGMANIA.
Neste dia continuou incontestável em ANC a embarcação PLANADOR IV–AVEICABO, amealhando mais duas vitórias nas regatas do dia, permitindo-lhe assegurar o primeiro lugar nesta classe, seguido do CASCA DE NÓS e NOVE NÓS, que preencheram os restantes lugares do podium.
Em OPEN, dominou o PICATO, que venceu as duas regatas de domingo, e obteve a vitória na classe.
Na segunda posição ficou o RIFON e na terceira o XÔXÕ.


CLASSIFICAÇÕES DA REGATA


IRC
1º - MIKE DAVIS - PORTO DE AVEIRO, de Delmar Conde
2º - PEGASO – BETTERSOFT, de Rosário Fino
3º - INDELEVEL, de José Bártolo
4º - BIGMANIA, de Henrique Pires

ANC
1º - PLANADOR IV–AVEICABO, de Felipe Neto
2º - CASCA DE NÓS, de Rita Rocha
3º - NOVE NÓS, de João Oliveira
4º - LUSITO, de António Rosa
5º - OUTSIDER, de Luís Silva

OPEN
1º - PICATO, de Miguel Lopes
2º - RIFON, de Adolfo Paião
3º - XÔXÕ, de Justino Pinheiro
4º - BADAIRE, de Ramiro Silva
5º - CELTA MORGANA, de Fermando Alves
6º - BISSOU DU VENT, de António Grilo
7º - GIN TONIC, de Hugo Rocha


Fonte: Porto de Aveiro: Newsletter n.º 145.

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Capitães do "Gazela Primeiro"


1901-1917 - Paulo Fernandes Bagão
1919 - Manuel Simões da Barbeira
1920-1923 - João Pereira Ramalheira
1924 - Aníbal da Graça Ramalheira
1925-1926 - João Pereira Ramalheira Júnior
1927-1929 - Aníbal da Graça Ramalheira
1930-1931 - Manuel Bóia
1932 - Sílvio Ramalheira
1933-1936 - José Gonçalves Vilão
1937-1940 - Francisco da Silva Paião
1941-1943 - Augusto dos Santos Labrincha
1944-1948 - Armindo Simões Ré
1949 - João Simões Chuva - o Anjo
1950-1951 - José Teiga Gonçalves Leite
1952-1957 - João Fernandes Matias
1958-1964 - António Marques da Silva
1965-1968 - José Luís Nunes de Oliveira
1969 - Aníbal Carlos da Rocha Parracho

domingo, 25 de maio de 2008

Coimbra: Inauguração da Exposição "A Barra e os Portos da Ria de Aveiro"

A 21 de Maio de 2008, na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra (BGUC), procedeu-se à inauguração da exposição "A Barra e os Portos da Ria de Aveiro 1808 -- 1932, no Arquivo Histórico da Administração do Porto de Aveiro".

No video que se segue, são reproduzidas as palavras de boas-vindas proferidas pelo Director da BGUC, Prof. Doutor Carlos Fiolhais.


sexta-feira, 23 de maio de 2008

Visita à Exposição "Água com Humor"


Conforme já havia sido noticiado neste mesmo espaço, no dia 10 de Maio, foi inaugurada na Casa da Cultura Fernando Távora, em Aveiro, a exposição internacional de cartoon "Água com Humor".

Ontem passei por lá, e recolhi algumas imagens dos cerca de 150 cartoons, que de forma humorística, alertam para os hábitos, as carências e insensibilidades humanas perante a crescente escassez de água a nível mundial e ajudam o público a reflectir sobre um problema dos nossos dias.






quarta-feira, 21 de maio de 2008

UM PORTO: Duas Cidades


A origem do Porto de Aveiro, está intimamente ligada à história da Ria e à obra de fixação e abertura da Barra.

Depois de sucessivas intervenções políticas, económicas e técnicas, sempre em prol da abertura da ligação do mar à ria, a Barra acaba por ser aberta a 03 de Abril de 1808, graças aos Engenheiros Reinaldo Oudinot e Luís Gomes de Carvalho.

Depois da fixação da Barra, até meados do séc. XX, são ampliados molhes e constituídos diques. Da autoria do Engenheiro Von Affe, viria a surgir um dos primeiros planos para o Porto de Aveiro, a projecção de um Porto de Pesca e de um Porto Comercial, junto ao Canal de S. Roque.

Em meados do séc. XX, é criada a JARBA (Junta Autónoma da Ria e Barra de Aveiro), e pela mão do Engenheiro Coutinho de Lima, são orientados os planos de exploração e manutenção dos Portos de Pesca do Largo, do Porto de Pesca Costeira e do Porto Comercial.

Em 1974, já com a JARBA transformada em JAPA (Junta Autónoma do Porto de Aveiro),"Plano Director de Desenvolvimento e Valorização do Porto e Ria de Aveiro”, é apontado no sentido de deslocar os terminais portuários, para próximo da entrada da Barra, local onde ainda hoje se localiza a mais importante estrutura comercial do Porto de Aveiro.

O ano de 1998, é mais um novo marco para a história do Porto, com a transformação de JAPA em APA (Administração do Porto de Aveiro, S.A.) é-lhe reconhecido o estatuto de porto de âmbito nacional, e com as novas competências que lhe foram atribuídas, a APA, S.A., procede à revisão do “Plano de Ordenamento e Expansão do Porto de Aveiro”, incluindo a ligação do Porto de Aveiro à Linha do Norte, bem como a conclusão e melhoria das infra-estruturas.


Nos dias que correm, a APA, S.A, é uma empresa empenhada, que assume como missão facultar o acesso competitivo de mercadorias aos mercados regionais, nacionais e internacionais, promovendo assim o desenvolvimento económico da região.

terça-feira, 20 de maio de 2008

Porto de Aveiro: Abril 5º melhor mês de sempre

No passado mês de Abril, no Porto de Aveiro movimentaram-se 316.996,9 toneladas de mercadorias. Foi o quinto melhor mês de sempre e o melhor Abril de sempre. Pelo Porto de Aveiro passaram 96 navios. Registou-se crescimento no tráfego de mercadorias, em relação a igual período de Janeiro a Abril de 2007. Pela primeira vez em 2008 passando a situar-se em terreno positivo, aumento de 2,95%.

A carga geral e os granéis líquidos apresentaram um crescimento muito significativo de, respectivamente, 20,60% e 15,62%, compensando o desempenho negativo, em 18,26%, dos granéis sólidos. O clinquer continua a liderar o top das mercadorias mais movimentadas (9,2% do total), registando também o maior crescimento em relação ao ano passado (50,6%).
Quanto a grupos de mercadorias, são os produtos metalúrgicos e florestais que mais se destacam, com, respectivamente, 22,0% e 19,4% do total das mercadorias movimentadas.


Fonte: Porto de Aveiro: Newsletter n.º 140.

Um passeio pela região....






segunda-feira, 19 de maio de 2008

Exposição Coimbra: A Barra e os Portos da Ria de Avreiro 1808-1932


A Barra e os Portos da Ria de Aveiro em exposição na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra

Na próxima quarta-feira, pelas 18 horas, na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra (BGUC), vai proceder-se à inauguração da exposição “A Barra e os Portos da Ria de Aveiro 1808 – 1932, no Arquivo Histórico da Administração do Porto de Aveiro”.

Patente na Sala de S. Pedro até 14 de Junho, a exposição comissariada por João Carlos Garcia e Inês Amorim (ambos professores da Faculdade de Letras do Porto), cumpre em Coimbra a primeira etapa de um circuito de itinerância pela Península Ibérica. Etapa que resulta de parceria entre a BGUC, a Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC), a Administração do Porto de Aveiro e a Câmara Municipal de Aveiro.

Integrada no programa comemorativo do Bicentenário da abertura da Barra de Aveiro (3.04.1808), é composta por documentos do Arquivo Histórico do Porto de Aveiro, empresa que, segundo José Luís Cacho, Presidente do Conselho de Administração, “decidiu libertar o seu património histórico-documental da clausura que o agrilhoava em inútil penumbra, fomentando-se, a partir de agora, o seu usufruto pela comunidade”.

O programa da inauguração abre com palavras de boas vindas do Director da BGUC. Segue-se a intervenção de Fernando Rebelo, subordinada à epígrafe “O Instituto de Estudos Geográficos da FLUC e as investigações sobre a Ria de Aveiro”.

Quinze minutos mais tarde, Inês Amorim falará do livro de sua autoria, “PORTO DE AVEIRO: Entre a Terra e o Mar”. O acto inaugural encerra com a apresentação da exposição por parte de João Carlos Garcia, seguida de visita aos cinco núcleos do espólio patente na majestosa Sala de S. Pedro.

Aos núcleos originais da Exposição:

“I – A RIA DE AVEIRO”;

“II – A BARRA DE AVEIRO”;

“III – A NAVEGABILIDADE DA RIA DE AVEIRO”;

“IV – AS MARINHAS DE SAL DA RIA DE AVEIRO”.

Acrescentou-se, em Coimbra:

"V - mapas da colecção particular de Nabais Conde, professor da FCTUC".


“Aproveitando a belíssima colecção do Professor Doutor Carlos Alberto Nabais Conde, seleccionámos alguns mapas dos séculos XVII e XVIII que podem ajudar na compreensão do que ia acontecendo com o evoluir desta grande forma litoral”, afirma o ex-Reitor e catedrático da FLUC Fernando Rebelo, que elaborou texto disponível em desdobrável, recordando o “grande geógrafo português Amorim Girão, Doutor pela Universidade de Coimbra, após a elaboração, apresentação e defesa de uma tese sobre a Bacia do Vouga”.

“A documentação do Arquivo do Porto de Aveiro concentra as diferentes valências deste porto flúvio-marítimo” – adianta Inês Amorim, detalhando: “Por um lado, registos como mapas, cartas, projectos, desenhos e respectivas memórias, a escalas diferenciadas, numa quantidade e variedade imensurável, resultam das opções e procedimentos técnicos e interventivos no porto, na cidade e na Ria. Por outro, a documentação de carácter administrativo, que inclui as actas das sucessivas administrações, livros de receitas (fiscais) e de despesas, e os relatórios de actividades, cuja natureza evoluiu à medida que a legislação e os regulamentos o exigiam. Depois, a fotografia, pelo menos desde a década de 30, documenta obras e recursos, sítios de embarque e desembarque de materiais e mercadorias, ou, ainda, imagens aéreas da barra e porto. Finalmente, os objectos atestam técnicas empregues, quer no conhecimento das marés na Ria e na embocadura da barra, quer nas obras portuárias”.

“É este conjunto, diversificado, que compõe o Arquivo da Administração do Porto de Aveiro”, acrescenta a reputada investigadora. “Se, a complementar Biblioteca, contém um acervo de obras impressas relativas a obras portuárias, nacionais e estrangeiras, justificadas pelos interesses das equipas técnicas e de engenharia, acrescentam-se muitas outras, sobre as actividades económicas e ambientais, gerais e locais, geradas e geradoras, das dinâmicas sócio-económicas”.

O livro de Inês Amorim e o catálogo da exposição encontram-se disponíveis para venda. O Porto de Aveiro disponibiliza visita virtual à exposição (imagens panorâmicas e cilíndricas, com rotação a 360º, da autoria de Romeu Bio, em http://www.op.com.pt/apa1/).

Fonte: Porto de Aveiro: Newsletter n.º 140.

domingo, 18 de maio de 2008

"Ode aos 200 anos da abertura da Barra".


Peça musical "Ode aos 200 anos da abertura da Barra" composta por Rui Pinto Teixeira e actuação do Grupo Coral da Casa do Pessoal do Porto de Aveiro.

Direcção: Maestro Artur Pinho.
Grupo Coral acompanhado de quinteto de sopro.

Porto de Aveiro: Entrega de Prémios "Porto de Encontro"




Comemorações do Bicentenário da abertura da Barra de Aveiro. Entrega de prémios aos vencedores do concurso de fotografia "Porto de Encontro".

Gentes da Terra: Prof. João Moço Reigota

Prof. Reigota


Neste mês de Maio, marcado por vários festivais, nomeadamente o 12º Festival de Folclore Primavera, realizado no âmbito do 1º de Maio - Dia do Trabalhador, dedicamos este espaço ao Prof. João Reigota, pelo seu trabalho realizado em prol da preservação dos valores culturais ilhavenses, muito em especial ligados à etnografia e ao folclore.

Nascido a 13 de Setembro de 1941, na Gafanha da Boavista, Freguesia de S. Salvador, João Reigota ali passou a mocidade, ocupando os seus tempos livres na convivência com os amigos, a jogar futebol ou a pescar num “chinchorro”, que mais tarde viria a ser seu. Frequentou a Escola Primária na Gafanha de Aquém e prosseguiu os seus estudos durante mais 5 anos no Colégio de Ílhavo. Decidido a enveredar pela carreira do Ensino, João Reigota concluiu o curso de Professor do Magistério Primário de Coimbra.

Chamado ao serviço militar, passou por Mafra, Vila Real e Abrantes, tendo sido posteriormente mobilizado para as ex-províncias ultramarinas da Guiné e Cabo Verde. Após a sua passagem à disponibilidade, iniciou funções docentes na Escola n.º 2 Sul da Gafanha da Encarnação, onde leccionou durante 32 anos.

Para além do Ensino, o Prof. João Reigota sempre demonstrou um grande dinamismo, lutando em prol da população da Gafanha da Boavista. Em 1977, encabeçou a Comissão de Moradores e diligenciou junto do então Capitão do Porto de Aveiro, da Fábrica da Vista Alegre e da Câmara Municipal de Ílhavo para que se procedesse à construção da ponte que liga a Boavista à Vista Alegre, tendo participado igualmente na construção do Centro Cultural e Recreativo da Gafanha da Boavista, inaugurado em 1978.

Presidente da Casa do Povo de Ílhavo, desde 1973, o Prof. João Reigota impulsionou a criação do Rancho Regional da Casa do Povo. Tudo aconteceu na sequência de uma esta de Natal realizada em 1983, no Centro Cultural da Gafanha da Boavista, onde um grupo de jovens da terra presentou algumas danças de folclore. O projecto de avançar com um Rancho Folclórico foi bem recebido por todos, tendo, dois anos mais tarde, após uma exibição em Corticeiro de Cima, integrado a Federação Nacional de Folclore, realizando desde então uma média de 30 festivais por ano.

Com uma grande aptidão para a cozinha e apreciador do fiel amigo, o Prof. João Reigota foi um dos fundadores da Confraria Gastronómica do Bacalhau (1999), com o objectivo de divulgar e promover a confecção do bacalhau e a gastronomia do Município de Ílhavo, contribuindo, assim, para o seu processo de afirmação enquanto Capital do Bacalhau, nomeadamente através da realização anual das Tasquinhas de Ílhavo, mantendo ainda hoje o título de Grão Mestre.

Foi pelo trabalho notável que tem desenvolvido ao nível da preservação e da promoção dos valores da história e da cultura do Município, muito em especial no que respeita à gestão do Rancho Regional da Casa do Povo de Ílhavo, assim como de outras actividades associativas e comunitárias, sendo um exemplo de Dirigente Associativo dedicado e empenhado na dinamização social do Município, que a Câmara Municipal de Ílhavo agraciou o Prof. João Reigota com a Medalha de Mérito Cultural, no âmbito das Comemorações do Feriado Municipal de 2007.

Fonte: Câmara Municipal de Ílhavo - Agenda "Viver em"

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Modelismo Náutico: Bacalhoeiro "Inácio Cunha"

Autor: c. Vasconcelos

Gostava de um dia me aventurar a construir uma réplica deste género. Sei que é um trabalho bastante minucioso, que requer alguma habilidade, concentração e bastante paciência... talvez seja o meu próximo desafio, quem sabe ;)

Esta maravilha, é da autoria de c. Vasconcelos, trata-se de uma réplica do Bacalhoeiro Inácio Cunha.

Este primeiro Bacalhoeiro, foi mandado construir em 1945, no estaleiro Naval de José Maria Bolais Mónica, na Gafanha da Nazaré, tinha o casco em madeira, não congelava, e tinha apenas um porão para o salgado. Tinha de comprimento cerca de 46,60 m e a potência do motor era de 550 HP.
No entanto passados alguns anos, este Bacalhoeiro viria a afundar-se ao largo da Gronelândia, depois de um violento incêndio...

Vamos recordar:

"Sem a menor possibilidade de ser socorrido, todo o dia o "Inácio Cunha" se manteve envolto em grandes labaredas e espesso fumo, sacudido a espaços por violentas explosões, acabando por se afundar às duas horas e trinta minutos do dia trinta do mês de Agosto de mil novecentos e sessenta e seis, com todos os seus pertences e carga que constava de onze mil e oitenta quintais de bacalhau frescal, trinta e duas toneladas de óleo de fígados de bacalhau, dezanove toneladas de caras, sete toneladas de línguas, lombos e samos de bacalhau, dez toneladas de lula japonesa, cinco toneladas de cavala norueguesa, quarenta toneladas de sal, bem como todos os haveres da tripulação, que não foi possível salvar."


"O pânico gerou-se a bordo e só com muita dificuldade o Capitão, auxiliado pelos seus principais, conseguiu que a operação de arriar os botes se processasse em boa ordem. Vendo a tripulação mais calma, tentou o Capitão entrar no seu camarote para salvar a documentação do navio, mas isso foi-lhe impossível, dado que o camarote, situado mesmo por cima da casa das máquinas, se encontrava cheio de fumo e o calor ser insuportável. Pelas cinco horas e trinte minutos do mesmo dia, já com a tripulação a salvo, resolveu o Capitão com os seus Principais abandonar o navio, verificada a impossibilidade da sua salvação e porque se temia a todo o momento qualquer explosão nos tanques de gasoil. Recolheu-se a bordo do navio "Soto Mayor", onde já estava toda a sua tripulação. O Capitão do "Soto Mayor" informou o navio-hospital "Gil Eannes", que se encontrava em Holsteinsborg, do que se estava a passar com o "Inácio Cunha". Pelas quatorze horas do mesmo dia ouviu-se de bordo do "Inácio Cunha" uma violenta explosão acompanhada de grande erupção de chamas e tendo a seguir caído o mastro de ré. Pelas desassete horas foi dada ordem para que todos os tripulantes passassem para bordo do "Gil Eannes", que entretanto chegara ao local do sinistro. "

Depois deste acontecimento e com o dinheiro da seguradora, foi projectado um novo Inácio Cunha, a pedido do armador, este já bem mais evoluído... Em aço, com porão para os salgados e para os congelados...

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Selos: 200 anos Chegada da Família Real ao Brasil


Os 200 anos da chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil foram assinalados pelos CTT através de uma emissão filatélica alusiva ao tema.

Foi no dia 7 de Março de 1808 que a família real aportou no Rio de Janeiro, salvando a soberania nacional na sequência da invasão das tropas francesas comandadas por Napoleão. Milhares de portugueses acompanharam o Príncipe Regente D. João, a Rainha D. Maria I e os seus dois filhos, os infantes D. Pedro e D. Miguel, numa viagem pioneira do continente europeu para o americano. Os destinos nacionais foram comandados desde o Brasil pelo Príncipe Regente D. João, que é proclamado Rei em 1818, o primeiro a ser aclamado na América.

A decisão de transferir a corte nacional para o Brasil e a sua importância estratégica no rumo da História de Portugal é agora enaltecida em selo, numa emissão da autoria de José Luís Tinoco composta por dois selos de tarifas Nacional e Internacional até 20 gramas.

Fonte: CTT