Mostrar mensagens com a etiqueta Memórias. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Memórias. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Arquivo APA: Projecto de melhoramento da Barra



Projecto de melhoramento da Barra e estuário do Vouga em 1925, da autoria do Engenheiro António Craveiro Lopes.



Fonte:Porto de Aveiro.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Arquivo da APA: Estado da Barra em diversas épocas

Estado da Barra em diversas épocas.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Ilustres Aveirenses: VON HAFE João Henrique Adolfo

VON HAFE João Henrique Adolfo

João Henrique Adolfo Von Hafe, foi um dos ilustres aveirenses, homenageado no passado dia 28 de Abril, no Museu da Cidade. Nasceu no Porto em 1855 e aí mesmo viria a falecer em 1930, foi um empenhado engenheiro da JARBA (Junta Autónoma da Ria e Barra de Aveiro), e o seu trabalho ainda hoje é reconhecido.

Da sua acção destacou-se, o Estudo e o Projecto de Melhoramento da Barra, em 1925 e 1927 respectivamente, onde actuou e defendeu a construção de um dique de concentração de correntes e o prolongamento do molhe norte, em mais 300 metros em direcção ao mar.

Este projecto viria a ser aprovado, em 1930, depois de aperfeiçoado pela Missão Inglesa (firma inglesa, especializada e consultada para esta matéria a pedido do Ministério das Obras Públicas) vindo a servir de pedra basilar na primeira fase do plano portuário de Aveiro.

O Eng.º Von Hafe propugnou também por uma Barra a 18 pés, à custa do prolongamento do Molhe Norte e sem dragagens.

A este ilustre se deveu também o Anteprojecto de um porto de comércio e de pesca que propunha um plano geral de construção do porto interior de Aveiro.
Aqui fica a nossa homenagem...


Projecto de melhoramento da Barra de Aveiro, da autoria do Engº Von Hafe.

Fonte:
Arquivo do Distrito de Aveiro, 1947, Vol. XIII
A Barra e os Portos da Ria de Aveiro 1808 - 1932, APA- Administração do Porto de Aveiro, 2008.
Porto de Aveiro: Entre a Terra e o Mar, Inês Amorim, 2008.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Memórias IX

Zona da Malhada em Ílhavo.

Zona da Malhada em Ílhavo.


segunda-feira, 5 de maio de 2008

Arquivo APA: Mapa de costas e fundos marinhos

Planta do Areal entre a Torreira e a Barra da Vagueira

Planta do areal entre a Torreira e a Barra da Vagueira: Cópia do mappa topographico da Barra d'Aveiro, levantado em 1778.


Fonte: Porto de Aveiro.

Arquivo da APA: 1802 Planta de Projecto para a nova abertura da Barra

Planta do Projecto que se está executando para a Nova abertura
da Barra do Rio Vouga, por Ordem de SAR o Principe Regente N. Senhor. Extracto do Mappa geral Hydrographico da embocadura do Vouga, e da Ria ou Lago do mesmo nome /Copiada no Real , e Geral Depozito das Cartas Marítimas, e Militares, em 1802.

Fonte: Porto de Aveiro.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Memórias VIII

Protecção ao Farol: estacas e tabuado em eucalipto.

Protecção ao Farol: estacas e tabuado em eucalipto.


Protecção ao Farol: estacas e tabuado em eucalipto.



Transporte de estacas em eucalipto para defesa do Farol.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Arquivo APA: Escafandro

1871 - 1922 - Escafandro, N.º A 2236

Armadura de borracha, metal, tela, couro e vidro, usada para trabalhos no fundo da água.

Foto: Porto de Aveiro.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Barra de Aveiro: 200 anos depois

O Farol a 03 Abril 2008

Ontem, fez-se história na região... Celebrava-se os 200 anos da Barra de Aveiro... e eu, assim como muitas outras pessoas, não quis deixar de marcar presença neste dia tão importante, que ficará registado para memórias futuras ...

Depois de um dia de trabalho, nada melhor que juntar o útil ao agradável e aproveitar o fim de tarde com cheiro a Verão Primaveril, e rumar à Barra, para assistir a alguns dos acontecimentos previstos, para o fim de tarde. Nomeadamente: ouvir soar da Ronca do Farol, assistir às"Honras a Terra”, efectuadas por um dos navios da Marinha Portuguesa e a inauguração do painel cerâmico, do artista aveirense, Zé Augusto.
Aqui ficam alguns dos "possíveis" registos fotográficos desse dia.

A união entre Mar e da Ria de Aveiro

O regresso do mar depois de um dia do mar

Ao fundo... o painel cerâmico da autoria de Zé Augusto

Uma vez mais o painel cerâmico... desta vez mais de perto...

"Honras a Terra” pelo navio da Marinha

segunda-feira, 31 de março de 2008

Memórias VII

Postal do Forte da Barra - Ao fundo a Torre de Sinais


Postal do Forte da Barra - Antiga ponte de madeira de acesso à Barra

quinta-feira, 27 de março de 2008

Peça de Teatro "Mar" de Miguel Torga

Já dizia o velho ditado "O sonho comanda a vida", e foi do sonho de três homens (Humberto Rocha, Manuel Cruz Caçador e Sargento Padilha) que surgiu o primeiro grupo de teatro amador na Gafanha da Nazaré. Apesar das dificuldades económicas... e não só, em manter este tipo de arte, a força e o entusiasmo das gentes da terra, era mais que muito. E foi então que a 27 de Setembro de 1973, surge o Grupo Activo de Teatro Amador (G.A.T.A.).

Curiosamente a primeira peça a ser encenada, por este grupo de artistas amadores, foi a peça de Teatro "Mar" de Miguel Torga, onde é abordada a vida dos pescadores do bacalhau, os seus anseios e as suas incertezas...

A peça estreou a 13 de Julho de 1974, no Salão Paroquial da Casa do Povo da Gafanha da Nazaré com lotação esgotada... E foi um verdadeiro sucesso. Aqui fica a foto de todo o elenco...


Fotos In: Boletim Cultural da Gafanha da Nazaré N.º 1 - 1.º Semestre de 1985 - Ano I.

terça-feira, 25 de março de 2008

Memórias VI

Postal de Aveiro: Os Moliceiros de velas pandas na Ria.

Postal de Aveiro: 1969 - Barco Moliceiro junto à lota de Aveiro, à entrada do canal da pirâmides
Postal de Aveiro: Barco Moliceiro carregado de moliço.

Memórias V

Postal de Aveiro: As Canastras do Sal

Postal de Aveiro: Cobertura da neve salgada

Postal de Aveiro: Os Marnotos a preparar o Sal

Postal de Aveiro: As Salinas

quarta-feira, 12 de março de 2008

O farol, um amigo - por Manuel Olívio da Rocha

Ainda de Pedra em Pedra... por Manuel Olívio da Rocha, um gafanhão, já há muitos anos radicado no Porto, recorda com "graça" as suas brincadeiras de infância, passada na Gafanha da Nazaré, junto da Ria.


O Farol, um amigo.

"Hoje, afeitos aos truques electrónicos, quase não ligamos à luz do Farol.
À noite, entrava-me pela janela o foco e, eu e meu irmão, entretínhamo-nos a contar o tempo de uns sinais para os outros.
Aguçava a nossa curiosidade e regularidade dos ditos sinais. Como é que eles faziam isso? E para que servia?
… Os pescadores contavam-nos casos vividos por eles em que, se não tinham naufragado, o deviam aos faróis que os avisavam do perigo…
Então ainda gostávamos mais daquela luz. Era como se um Amigo nos entrasse pela janela. E adormecíamos bem acompanhados…"

In: Boletim Cultural da Gafanha da Nazaré N.º 1 - 1.º Semestre de 1985 - Ano I.

segunda-feira, 3 de março de 2008

Cântaro com testo e púcaro

Peça em porcelana moldada e relevada, produzida na Fábrica de Porcelanas da Vista Alegre, possui a marca VA carimbada a verde grande fogo (1922-1947). A peça em forma de ânfora possui, na zona central, uma cartela decorada com motivos geométricos e o brasão da Vila de Ílhavo pintado por Palmiro Peixe.
A peça pertence à colecção de cerâmica do Museu Marítimo de Ílhavo.

Fonte: Câmara Municipal de Ílhavo - "Agenda de Eventos VIVER EM…"

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Memórias IV

Foto de Dr. João de Oliveira - Antiga estrada da Sacor


Foto de Dr. João de Oliveira - Entrada da Barra

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

"Praia Nua" de Armando Pereira da Silva

Foto: Costa Nova possivelmente em finais do séc XIX.

«Amanhã, vais ter comigo à praia, vais?
No dia seguinte, era feriado e realizava-se a festa dos pescadores da Costa Nova. A tarde estava quente quando entrei no autocarro para lá. O céu era azul, aquele azul através do qual nos parece descortinar o iodo característico. Atravessei a Gafanha por entre alas enormes de bicicletas e outros meios de transporte, em pro­cura, toda a gente, das praias e da romaria. Foi nessa viagem que conheci aquela com quem brevemente me vou casar.»

Excerto de “PRAIA NUA” - 1963 in Contos, Armando Pereira da Silva

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Memórias III

Junho 1922 - O Farol da Barra

Maio 1922 - Um belo lanche, na Praia da Barra

Setembro 1926 - Praia da Barra


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

De pedra em pedra - por Manuel Olívio da Rocha

Manuel Olívio da Rocha, um gafanhão, já há muitos anos radicado no Porto, recorda com "graça" as suas brincadeiras de infância, passada na Gafanha da Nazaré, junto da Ria.

Postal: Cambeia e Farol em 1927


"De pedra em pedra, saltávamos, quando brincávamos na Ria.

Se queríamos atravessar um rego mais fundo, para não molhar os fundilhos das calças, qual era a solução? Saltar de pedra em pedra.

Mas quando acontecia irmos, de pedra em pedra, em busca de larotes, de camarão e, por vezes, de uma enguiazita. Que festa! Com todo o cuidado, as mãos avançavam e, de repente, zás! : – Ó tu, apanhei mais um!
E agora me lembro que palmilhávamos toda uma «praia», e, ainda de pedra em pedra, mas para as virar e, com a respiração suspensa, aguardar o safio que saía de lá debaixo.

Ah!, meus amigos, acreditai que era o melhor desporto que me podiam oferecer – o esperar que a maré descesse, o avançar cauteloso, o virar a pedra e, com agilidade, tentar agarrar o peixito que se esgueirava. Depois, chegar a casa e a Mãe regalar o gato com a nossa rica pescaria! Ele era cada uma!

Mas ir de pedra em pedra, por vezes era sinal de toda uma janela sem vidros. Este «desporto» é que nunca foi do meu agrado – sê-lo-á para alguém? Mas, um dia – diz a história que «há sempre um dia» -, indisposto com um galo que fugiu do capoeiro, peguei numa caliça e, trás!, lá se foi o vidro da Mercília! Ah, «coça abençoada»! Coitado de mim. E o galo, cá! cá! cá!, ainda parecia estar a fazer troça! Ai, ele é isso?! Espera… O que te ‘safou’ foi não haver mais pedras…"

In: Boletim Cultural da Gafanha da Nazaré N.º 1 - 1.º Semestre de 1985 - Ano I.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Memórias II


Ponte de Madeira que serviu de passagem entre o Jardim Oudinot e a Barra até 1975. Do lado direito podem ver-se vestigios de uma primeira ponte.

Em Março de 1885, iniciou-se a construção do Farol da Barra. A sua inauguração foi a 31 de Agosto de 1893.