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sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Adoração do Menino Jesus à Beira-Mar


De autoria de João Carlos Celestino Gomes (1899-1960), esta obra gravada em madeira representa a Adoração do Menino Jesus à Beira-Mar. Nela vemos representadas no centro as três fi guras da Sagrada Família em contemplação e adoração ao Menino, num cenário à beira-mar – Nossa Senhora com uma maçã na mão, símbolo do conhecimento, São José e o Menino Jesus, sentado sobre a areia, abençoando. Carregada de simbolismos e onde podemos depreender a forte ligação do autor com Ílhavo, nesta obra podemos visualizar um pescador e duas mulheres com vestes típicas de Ílhavo; nas mãos o pescador segura um bacalhoeiro devotando-o ao Senhor Jesus dos Navegantes, entalhado no cimo da composição. A ladear a composição duas fi guras aladas. No canto inferior direito podemos ler em latim Gloria in excelsis Deo e no esquerdo… Si est dolor sicut dolor meus.

Assinada no canto inferior esquerdo: JOÃO CARLOS FECIT, esta xilogravura pertence às colecções do Museu Marítimo de Ílhavo e encontra-se em exposição no Centro Cultural de Ílhavo.


Fonte: Câmara Municipal de Ílhavo: Dezembro "Agenda Viver em"

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

7.º Aniversário da Ampliação e Remodelação do Museu Marítimo de Ílhavo


19 de Outubro

17h00 – Inauguração da exposição de fotografia “A Maritime Album – 50 fotografias e as suas histórias”, Selecção de John Sarkowski; Textos de Richard Benson (exposição cedida pelo Mariner’s Museum, Virgínia, EUA)

A Maritime Album [ver mais]


18h00 – Conferência “Camões entre a Europa e as rotas oceânicas”, pela Prof. Doutora Rita Marnoto (Universidade de Coimbra) – org: Confraria Camoniana Associação de Ílhavo;

21 de Outubro

Dia aberto

Visitas guiadas

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Junco Chinês


Modelo escultórico em madeira de teca, minuciosamente trabalhado, representa uma embarcação tradicional chinesa do século XVIII.

Embarcação de lastro largo, evoluiu ao longo dos séculos, passando de pequeno barco de rio para grande navio de mar. Este tipo de embarcação foi usada pelos portugueses desde a barra do golfo da Tailândia até à Ayuthaya. O seu uso decaiu aquando do aparecimento dos barcos e das lanchas a vapor.

A peça incorpora as colecções do Museu desde a década de 60 do século XX, tendo sido recentemente restaurada pelo Capitão Carlos Manuel Teles Paião. Encontra-se em exposição no átrio do Museu Marítimo de Ílhavo.

Fonte: Câmara Municipal de Ílhavo - Agenda "Viver Em" - Outubro 2008

segunda-feira, 21 de julho de 2008

71 Anos do Museu Marítimo de Ílhavo

10h-24h Dia Aberto
10h-19h Visitas Guiadas
10h-17h Ateliers Temáticos de Serviço Educativo

21h30 Sessão Comemorativa
: Apresentação do projecto "Arquivo de Memórias da Pesca do Bacalhau"
: Inauguração da exposição "Nos Porões da Memória", com fotografias de João São Maros, Artur Seabra Oliveira e João Cruz

22h30 Espectáculo de acordeão e bateria no jardim interior do museu com João Gentil & Luís Formiga



Fonte: Museu Marítimo de Ílhavo.

Livro: “Memórias de um Pescador” no Museu Marítimo de Ílhavo


Apresentação do livro “Memórias de um Pescador”, de João Laruncho de São Marcos, dia 9 de Agosto, Sábado pelas 18 horas no Museu Marítimo de Ílhavo.
A apresentação da obra estará a cargo do Doutor Álvaro Garrido

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Peixeiras de Ílhavo – século XIX de Zé Penicheiro


Pintura a gouache sobre platex, da autoria de Zé Penicheiro (a obra encontra-se assinada e datada no canto inferior direito), retrata uma cena familiar: a composição revela-nos duas peixeiras, de pé, e uma outra sentada, com uma criança ao colo. Sob fundo dourado e azul – representativo da areia e do mar, enquanto as mulheres aparecem representadas com
tonalidades escuras.
A peça foi doada ao Museu Marítimo de Ílhavo pelo autor em 1989.

Fonte: Câmara Municipal de Ílhavo: Agenda "Viver em"

segunda-feira, 5 de maio de 2008

18 de Maio - Dia Internacional do Museus


Dia 18 de Maio, celebra-se o dia internacional dos Museus. O Museu Marítimo de Ílhavo, irá assinalar este dia com a inauguração da exposição temporária de pintura e desenho “Rostos da Pesca” e a apresentação do livro-álbum "Portugal no Mar".


"Rostos da Pesca" é uma exposição que reúne obras de Silva Porto, Marques de Oliveira, João Vaz, Ricardo Hogan, Lázaro Lozano, entre outros. São cerca de trinta obras de pintura e desenho, oriundas de museus portugueses e colecções particulares, representam a forma como os pintores viram e representaram, de maneira figurativa, os rostos humanos das pescarias portuguesas...


“Portugal no Mar: Homens que foram ao Bacalhau” é um livro-álbum que surge no seguimento da exposição "Caixa de Memoria", exposição mais visitada até ao momento no Museu Marítimo de Ílhavo. A edição deste catálogo, foi uma das formas encontradas para divulgar o projecto, que faz o devido tributo aos homens que foram ao bacalhau, e que fizeram da grande pesca o seu modo de vida.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Bússola de Bolso

Pequena preciosidade da colecção de Arte de Navegar do Museu Marítimo de Ílhavo, esta bússola de bolso servia de apoio à navegação.

Composto por caixinha de latão, agulha é suportada por pequeno cardin que a mantém suspensa, onde se pode observar a rosa-dos-ventos, graduada e pintada a preto, sobre fundo branco, em que o Norte é indicado por uma magnífica Flor de Liz.

Este objecto já fez parte de diversas exposições itinerantes organizadas pelo Museu Marítimo de Ílhavo...


Fonte: Câmara Municipal de Ílhavo.

Barco Moliceiro


Construído em Pardilhó no ano de 2001, pelo Mestre António Esteves foi adquirido pela Câmara Municipal de Ílhavo para ser exposto no renovado Museu Marítimo de Ílhavo.

O Barco Moliceiro terá resultado de sucessivos e constantes aperfeiçoamentos de uma embarcação pensada para o trabalho, mas concebida para navegar nas águas pouco profundas da Ria.

Barcos há que ao longo do nosso litoral ostentam, por embelezamento ou superstição, alguns signos pictóricos interessantes, mas os moliceiros com as suas quatro iluminuras (painéis) de uma diversificação estonteante, fizeram da nossa Ria uma galeria de arte fluída, em que todos esses elementos estéticos foram mergulhando.

Fonte: Câmara Municipal de Ílhavo.

Aparelho Azimutal


Aparelho Azimutal

Instrumento de navegação astronómica, é usado sobre a agulha magnética para fazer a marcação de pontos em terra e tirar azimutes a astros. Visa-se o objecto reflectido pelo interior do tubo e, com a ajuda do prisma, faz-se a leitura dos valores da marcação.

Este exemplar, com a marca de fabrico “J. Garraio”, pertenceu ao Lugre “Ana Maria”, naufragado devido à passagem de um ciclone nos bancos da Terra Nova, em 1958.

A peça foi doada ao Museu Marítimo de Ílhavo em 12/10/1992 pelo Senhor Capitão José Ângelo Ramalheira.

Fonte: Câmara Municipal Ílhavo.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Pintura a Óleo - Salinas

Salinas

Pintura a óleo sobre platex da autoria de Cândido Teles.
Esta pintura desenvolve-se em três planos distintos, embora enquadrados numa mesma temática: a actividade das salinas. Nesta composição, datada de 1959 o autor usa tonalidades frias de azul, verde e branco, distinguindo-se as proas dos saleiros pelas suas tonalidades vivas. O horizonte longínquo é separado pelos montes de sal e pelas velas ao fundo.

Esta obra doada por Cândido Teles em Outubro de 1965, pertence à colecção de pintura do Museu Marítimo de Ílhavo.


Fonte: Câmara Municipal de Ílhavo - Agenda de Maio "Viver em"

terça-feira, 29 de abril de 2008

O Destino do Peixe... No Museu Marítimo de Ílhavo

Inauguração de exposição - Dia 03 de Maio, Sábado, às 17h00.
Exposição patente até 20 de Julho.



Segundo, Mário Ruivo - Biólogo

Quando folheei pela primeira vez o livro de Isabelle Lebastard (Poemas) e de Brigitte d’Ozouville (Fotografias), para além da transcendência das imagens impressionou-me o quebrar das barreiras culturais que representa. Produto desta nova Europa em que as identidades tradicionais se integram com a vivência num espaço cultural vasto que ultrapassa fronteiras, onde se manifestam as sensibilidades individuais agora desinibidas da ortodoxia dicotómica entre “nós” e os “outros”.

Francesas, investigadoras e mães de família, como elas próprias se apresentam, Isabelle Lebastard e Brigitte d’Ozouville só se encontraram em Portugal, seu “país de adopção”, atraídas ambas pela luz e pela língua que aqui descobriram. É essa luz e essa língua – é esse sentir - que as autoras nos devolvem nesta obra centrada sobre o mar e o litoral. O título, “Destino de Peixe”, desperta-me lembranças pessoais: nasci em Março sob o signo dos peixes e é nos mistérios do mar que tenho andado embrenhado. A todos, por certo, abre-nos as portas da imaginação: os barcos abandonados nos sapais, as redes como espuma ao vento, o céu e os mares azuis a perderem-se no horizonte.


Na complementaridade dos seus Poemas e Fotografias, as autoras transmitem-nos um olhar pleno de intimidade sobre um Portugal que os que aqui nascemos, tendemos muitas vezes a ignorar. Um olhar que é ao mesmo tempo poético e antropológico, pictural e sentimental. Não um simples retrato, afinal, mas uma procura sensível deste país e da memória histórica da sua atitude em face do “Mar – Oceano” em contraponto com o destino – o destino do peixe e o destino do homem que se cruzam: “Rezem para que as almas os pescadores regressem”, “… peixes cujas almas fogem a voar.” “História familiar” do peixe–alimento e do peixe–imaginário. Visão patente nos pratos de cerâmica decorativa que trazem o mar e o peixe para o quotidiano das nossas casas. As meta-fotografias de Brigitte d’Ozouville mostram-nos múltiplas dimensões desta realidade e revelam-na nas abstracções das tintas usadas pelo tempo e pela salsugem ou no entrelaçado das redes modelando a dinâmica das vagas. Universo marcado pela presença do homem como deus ex-machina, o braço que controla a chave do mundo tecnológico em que o pescado se empilha nas “…caixas metálicas bem fechadas”, nas palavras de Isabelle Lebastard.

Vem-me à mente, a propósito, uma reflexão da minha saudosa amiga Elizabeth Mann Borgese, num trabalho sobre o oceano planetário a que estivemos associados e já muito distante no tempo quando acentua que “Só o homem deixou marcas indeléveis da forma como a sua inteligência interpreta o mar e como o mar influi em si e na sua vida, o seu pensamento e a sua concepção do mundo”...


Fonte: Museu Marítimo de Ílhavo.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Exposição: Colecção A. Marques da Silva no M.M. Ílhavo


A cultura marítima alimenta-se do fascínio pelo mar, de pequenas sensibilidades e grandes rigores. O fabrico artesanal de miniaturas de embarcações governadas ou conhecidas pelos seus próprios modelistas corresponde à necessidade afectuosa (ou mesmo nostálgica) de lembrar o mar, de evocar os navios e exprimir socialmente o saber exigido pela navegação.

O interesse dos capitães de navios bacalhoeiros pelo modelismo naval participa destes motivos gerais, mas exprime um gosto particular, afectuoso, muito cultivado e necessariamente subjectivo. À semelhança de outros notáveis companheiros, o Senhor Capitão António Marques da Silva deu-se às artes do modelismo naval e ao estudo das medidas e formas dos navios desde o momento em que a experiência de mar lhe confirmou as vantagens práticas do rigor dos cálculos e do acerto dos métodos.

O Capitão Marques da Silva reúne todas estas características e invulgares qualidades. As peças de sua autoria que agora confiou ao Museu Marítimo de Ílhavo exprimem talentos diversos que acrescentam ao seu curriculum de mar as facetas de modelista exímio e de pesquisador metódico, sempre preocupado com o alcance pedagógico dos seus modelos, desenhos e estudos de carácter monográfico sobre “embarcações tradicionais”. O depósito e exposição desta colecção particular no Museu Marítimo de Ílhavo acrescentam riqueza às memórias materiais da “faina maior”, visto que a maioria das peças permitem ao Museu novos e belos suportes de discurso para as memórias que pretende evocar. O depósito desta colecção deve-se à generosidade do Capitão A. Marques da Silva e à iniciativa da Associação dos Amigos do Museu a quem gratificamos pelo renovado empenho no enriquecimento das colecções do Museu Marítimo de Ílhavo.


Fonte: Museu Marítimo de Ílhavo.

segunda-feira, 3 de março de 2008

Cântaro com testo e púcaro

Peça em porcelana moldada e relevada, produzida na Fábrica de Porcelanas da Vista Alegre, possui a marca VA carimbada a verde grande fogo (1922-1947). A peça em forma de ânfora possui, na zona central, uma cartela decorada com motivos geométricos e o brasão da Vila de Ílhavo pintado por Palmiro Peixe.
A peça pertence à colecção de cerâmica do Museu Marítimo de Ílhavo.

Fonte: Câmara Municipal de Ílhavo - "Agenda de Eventos VIVER EM…"

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Jardim Oudinot - Início de Obras

As tão esperadas obras de requalificação urbana e ambiental do Jardim Oudinot, já começaram... Ontem tive oportunidade de lá passar, e vi alguma movimentação por aquelas bandas. Todos estamos ansiosos para ver o resultado final… Até lá, resta-nos aguardar a conclusão das obras, para depois podermos desfrutar de toda aquela belíssima zona, que já há muito merecia um tratamento digno.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

A Folia dos Peixes no Museu Marítimo de Ílhavo

Durante o próximo fim-de-semana e dia de Carnaval vai brincar no Museu Marítimo de Ílhavo.

Nestes três dias irá ser proposto oficinas de criação plástica em torno da temática marítima, com a dinamização de uma série de oficinas, que vão desde as artes plásticas e a projecção de filmes divertidos. Máscaras e mascarilhas, peixes e peixões serão criados a partir de materias reciclados, um Carnaval diferente na companhia da mascote, Gaspar!

Diverte-te e bom Carnaval!!!!
Aqui fica o programa:
Fonte: Museu Marítimo de Ílhavo.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Barcos Tradicionais Portugueses


"Barcos Tradicionais Portugueses - Navegações, instantes e devoções", é uma exposição de fotografia, da autoria de Manuel Gardete, patente no Museu Maritimo de Ílhavo e no Navio - Museu Santo André.

Para as exposições temporárias, a entrada é livre, por isso não deixe de marcar presença.

De 12 de Janeiro 2008 a 13 Abril de 2008.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Moliceiros - Pintura a óleo

Pintura a óleo sobre madeira, assinada e datada no canto inferior direito: “C. Teles/1941”.
A peça possui um horizonte fundo constituído pela silhueta de várias velas de moliceiros, reflectidas nas águas da Ria.
Cromaticamente, a composição desenvolve-se em tonalidades de dourado, azul, branco e castanho.
A peça foi doada ao Museu Marítimo de Ílhavo pela Associação dos Amigos do Museu aquando da comemoração do 6º aniversário da remodelação e ampliação do Museu.

Fonte: Câmara Municipal de Ílhavo.

domingo, 30 de dezembro de 2007

Estátua do Homem do Mar



Situada junto ao Museu Marítimo de Ílhavo, a Estátua do Homem do Mar, da autoria do escultor Celestino Alves André, é um grupo escultórico composto por um homem com uma figura feminina e uma criança, sobre uma embarcação denominada dori, com 3,5 m de altura, com base circular de cerca de 3,2 m de diâmetro, fundido em bronze de lei de lingote.

Numa descrição sucinta da Estátua do Homem do Mar, vemos a figura do homem curvado com as mãos crispadas nas linhas das artes de pesca, com o seu sueste, o casaco de oleado e a nepa, dentro do dori balouçando nas águas frias dos mares gelados do norte oceânico e lutando para retirar do mar o seu sustento, numa luta diária, de que não podia ficar dissociado de espera e angústia familiar causada pela sua ausência. É assim que surge o elemento feminino carregando uma criança nos braços, numa relação directa do pescador com a família e do ganho que servia de sustento subjacente à causa de pro.ssão tão difícil e tão sofrida.

É com os olhos postos num pedaço de papel, a carta, que a figura feminina com a criança ao colo, recebe a notícia do que se passa a bordo, de recomendação de recato à esposa e a solicitar notícias da terra. A mulher une-se aqui à actividade do Homem do Mar, que ao segurar a criança, aparece como uma figura religiosa muito forte das gentes do nosso litoral.



Fonte: Câmara Municipal de Ílhavo.

Colecção de Algas

Doada ao Museu Marítimo de Ílhavo por Maria Armanda Teles, filha do fundador do Museu, Américo Simões Teles, em 2 de Março de 1991, esta colecção é composta por sessenta e três quadros de algas marinhas provenientes de praias do Norte de Portugal. Foi recolhida, tratada e classificada por Américo Teles, dedicado estudioso e organizador de colecções de algas.

Fonte: Câmara Municipal de Ílhavo.