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segunda-feira, 28 de julho de 2008

Flamingos na Ria de Aveiro...


A colónia de flamingos na ria de Aveiro está a crescer de ano para ano. As aves vêm do sul de Espanha e encontram na zona húmida de Aveiro condições ideais para se estabelecerem e reproduzirem.



terça-feira, 22 de julho de 2008

Festas da Ria 2008

quinta-feira, 17 de julho de 2008

FEIRA DE SAL DE AVEIRO


A terceira edição da Feira de Sal de Aveiro vai ocorrer nos dias 18, 19 e 20 de Julho, das 10.00 às 19.00 horas, no Largo do Mercado Manuel Firmino.

A inauguração da Feira de Sal de Aveiro acontecerá pelas 10.00 horas, no Largo do Mercado Manuel Firmino.

Pela terceira vez, a Câmara Municipal de Aveiro organiza a Feira de Sal que contará com as participações de diversas localidades que virão apresentar o sal e seus derivados pelos antigos e actuais produtores de sal:
  • Aveiro far-se-á representar pelo Ecomuseu Marinha da Troncalhada, “Sal Flor da Ria” e “Vitasal”;
  • a cidade da Figueira da Foz através da “Casa de Sal Eiras Largas”;
  • o armazenista “Sal Flor da Ria” estará em representação de Alcácer do Sal;
  • Ovar estará presente enquanto antigo “Centro Produtor de Sal” (Rancho Folclórico da Ribeira de Ovar);
  • Rio Maior através da “Cooperativa de Produtores de Sal”;
  • o produtor biológico “Planta do Xisto” com sal de Castro Marim;
  • um produtor de Sal de Setúbal;
  • e um representante de Itália.

Para além das representações referidas haverá em exposição uma pequena marinha de sal construída com os materiais adequados e utilizados no salgado aveirense, bem como um monte de sal marinho que poderá ser observado. A Feira será animada com a formação “Os Pés de Sal” que decorrerá no Ecomuseu Marinha da Troncalhada que permitirá aos visitantes o contacto directo com a actividade salicola.

No dia 19 de Julho, serão organizadas três palestras subordinadas ao tema da Ria de Aveiro, das 9.00 às 12.00 horas, no Museu da Cidade.


  • “A Sustentabilidade da Ria de Aveiro” é a primeira intervenção que estará a cargo de Fátima Alves do Departamento de Ambiente da Universidade de Aveiro.
  • Por volta das 10.00 horas, Manuel António Coimbra do Departamento de Química da Universidade de Aveiro irá falar sobre “A Alga Vermelha da Ria de Aveiro e as suas potencialidades com o Fonte de Agar”.
  • Por último, Lília Santos do Departamento de Botânica da Universidade de Coimbra irá abordar “Microalgas: Matéria-Prima do Futuro. Métodos de Cultivo”.


Fonte: Câmara Municipal de Aveiro.

domingo, 22 de junho de 2008

REGATA 200 ANOS DA ABERTURA DA BARRA DE AVEIRO





Integrada no programa das Comemorações do Bicentenário da Abertura da Barra de Aveiro e numa organização conjunta da Administração do Porto de Aveiro e do Clube de Vela Costa Nova, realizou-se nos dias 14 e 15 de Junho a REGATA 200 ANOS DA ABERTURA DA BARRA DE AVEIRO.

A regata destinou-se a embarcações de cruzeiros à vela divididas em três classes: IRC, ANC, e OPEN, sendo pioneira neste tipo de prova, pois foi a primeira vez que se disputou em Aveiro uma regata com barcos detentores de certificado de abono de alto nível da vela de cruzeiro.

A prova constou de quatro regatas técnicas (percursos tipo barlavento-sotavento) realizadas ao largo da Barra de Aveiro, adaptadas ao vento disponível, que se apresentou fraco, entre os 6-8 nós do quadrante W-NW, no sábado, sendo do quadrante S-SW (10-13 nós) no domingo, permitindo regatas muito interessantes para agrado de todos os participantes.


O estado do mar permitiu a montagem de excelentes campos de regata para o que contribuiu também a Comissão de Regata, tendo esta desempenhado com extremo profissionalismo a sua função.

O acolhimento em terra decorreu também da melhor forma, com a estada das embarcações participantes no Porto de Abrigo da Pesca Costeira da APA, e com excelente hospitalidade da organização, que providenciou bem-estar e bons petiscos aos velejadores no final das regatas.

Nas regatas de sábado a disputa pelos lugares cimeiros da classe IRC foi bastante aguerrida, tendo o PEGASO-BETTERSOFT, com Rosário Fino ao leme, ficado com o melhor tempo corrigido na 1ª regata do dia, sendo a 2ª ganha pelo de MIKE DAVIS- PORTO DE AVEIRO de Delmar Conde.
O INDELEVEL, de José Bártolo, e o BIGMANIA, de Henrique Pires, arrecadaram nas duas regatas do dia a terceira e a quarta posição, respectivamente.
Na classe ANC, o PLANADOR IV–AVEICABO, de Felipe Neto, impôs-se aos restantes cinco inscritos, ganhando as duas regatas de sábado, sempre seguido pelo CASCA DE NÓS de Rita Rocha em 2º, e do LUSITO de António Rosa em 3º, ficando o NOVE NÓS de João Oliveira em 4º, com OUTSIDER de Luís Silva no derradeiro lugar desta classe.
Em OPEN, o PICATO de Miguel Lopes venceu sem oposição as duas regatas, seguido pelo RIFON de Adolfo Paião e pelo XÔXÕ de Justino Pinheiro, tendo ocupado os restantes lugares os barcos CELTA MORGANA, BISSOU DU VENT e GIN TONIC.

No domingo, com vento de SW, moderado, continuou a cerrada e emocionante disputa pela vitória na classe IRC, assistindo-se à repetição dos resultados do dia anterior. Vitória para o PEGASO-BETTERSOFT e outra para o MIKE DAVIS- PORTO DE AVEIRO, sendo esta embarcação a vencedora do troféu IRC.
A terceira posição foi atribuída ao INDELEVEL e a quarta ao BIGMANIA.
Neste dia continuou incontestável em ANC a embarcação PLANADOR IV–AVEICABO, amealhando mais duas vitórias nas regatas do dia, permitindo-lhe assegurar o primeiro lugar nesta classe, seguido do CASCA DE NÓS e NOVE NÓS, que preencheram os restantes lugares do podium.
Em OPEN, dominou o PICATO, que venceu as duas regatas de domingo, e obteve a vitória na classe.
Na segunda posição ficou o RIFON e na terceira o XÔXÕ.


CLASSIFICAÇÕES DA REGATA


IRC
1º - MIKE DAVIS - PORTO DE AVEIRO, de Delmar Conde
2º - PEGASO – BETTERSOFT, de Rosário Fino
3º - INDELEVEL, de José Bártolo
4º - BIGMANIA, de Henrique Pires

ANC
1º - PLANADOR IV–AVEICABO, de Felipe Neto
2º - CASCA DE NÓS, de Rita Rocha
3º - NOVE NÓS, de João Oliveira
4º - LUSITO, de António Rosa
5º - OUTSIDER, de Luís Silva

OPEN
1º - PICATO, de Miguel Lopes
2º - RIFON, de Adolfo Paião
3º - XÔXÕ, de Justino Pinheiro
4º - BADAIRE, de Ramiro Silva
5º - CELTA MORGANA, de Fermando Alves
6º - BISSOU DU VENT, de António Grilo
7º - GIN TONIC, de Hugo Rocha


Fonte: Porto de Aveiro: Newsletter n.º 145.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Ostras da ria de Aveiro põem os franceses loucos


A produção de ostras na ria de Aveiro está a encher a barriga dos franceses. São eles os responsáveis pela quase totalidade do consumo daquele molusco que tem como viveiro a laguna aveirense.

Seis produtores de ostras "enchem" as redondezas do cais da "Bruxa", na Gafanha da Encarnação (Ílhavo), produzindo cerca de 200 toneladas por ano daquele apreciado molusco, que tem como consumidor preferido, o francês.Mais de 90 por cento da produção de ostra da ria de Aveiro tem como mercado a França. A Espanha compra alguma coisa e o restante fica em Portugal.

"A ostra da ria de Aveiro é muito concorrencial em termos de qualidade", confessa ao JN Paulo Melo, um antigo praticante de voleibol, que fez o curso de Ciências do Meio Aquático na Universidade do Porto, que em 1992 começou a produzir ostra em pequena quantidade, mas que só a partir de 2000 se lançou "a sério" no negócio", possuindo também produção de ostras no Algarve. "Aveiro é uma ria muito rica, em algas e matéria orgânica, fornece muito alimento", disse ao lembrar a sua escolha pela ria de Aveiro. "Os franceses são grandes apreciadores de ostras, então no Natal o mercado dispara, e como eles só querem ostra de grande qualidade, vêm buscá-la aqui", frisou Paulo Melo que se queixa da não existência de maternidades de ostras no nosso país e do facto de não haver seguro de produção em Portugal. "As ostras juvenis são adquiridas aos franceses", disse.

O preço pago pelo molusco à produção chega, nalguns casos quase a atingir os dois euros por quilo, mas quando a ostra chega à mesa do consumidor francês , por exemplo, pode atingir preços que rondam os vinte euros. "Vendo para os distribuidores, mas são eles que fazem a depuração em Arcachon e na Bretanha, embora aqui tenhamos qualidade de água suficiente para que a ostra possa ser vendida directamente ao público.

Paulo Melo queixa-se de a ostra ser o único marisco que em Portugal é taxado a 21 por cento (a lagosta é taxada a cinco por cento, por exemplo) e a não apetência do mercado português é explicada pela falta de tradição e, depois, pela ajuda do IVA. "Fui para a produção de ostras, também por causa dos roubos que há na ria, mais dirigidos para a amêijoa", lembrou. "Investi na altura certa e tenho tudo pago. Eu pago tudo a pronto, e só recebo a 90 dias", frisou, realçando que é "pena que a ria não seja mais explorada". "Tem condições únicas em Portugal para a produção de ostras", disse.

Negócio com algum risco, é para Carlos Moreira Ramos, a produção de ostras. Na produção daquele molusco há 14 anos, também na ria de Aveiro, na zona da "Bruxa", depois de ter cursado aquicultura no "Inforpescas", depois de uma experiência como pescador. "É um negócio que dá para viver", acentuou. "O mercado português e o espanhol não se interessam, daí que a produção vá toda para França, que também é por sinal, segundo lembra o país considerado o maior produtor de ostras do mundo. Tem quatro viveiros, com a totalidade de mais de 120 mil metros quadrados. E não tem dúvidas. "Pelos conhecimentos que tenho, a ria de Aveiro, é o melhor sitio da Europa para se produzir ostra", lembra.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

UM PORTO: Duas Cidades


A origem do Porto de Aveiro, está intimamente ligada à história da Ria e à obra de fixação e abertura da Barra.

Depois de sucessivas intervenções políticas, económicas e técnicas, sempre em prol da abertura da ligação do mar à ria, a Barra acaba por ser aberta a 03 de Abril de 1808, graças aos Engenheiros Reinaldo Oudinot e Luís Gomes de Carvalho.

Depois da fixação da Barra, até meados do séc. XX, são ampliados molhes e constituídos diques. Da autoria do Engenheiro Von Affe, viria a surgir um dos primeiros planos para o Porto de Aveiro, a projecção de um Porto de Pesca e de um Porto Comercial, junto ao Canal de S. Roque.

Em meados do séc. XX, é criada a JARBA (Junta Autónoma da Ria e Barra de Aveiro), e pela mão do Engenheiro Coutinho de Lima, são orientados os planos de exploração e manutenção dos Portos de Pesca do Largo, do Porto de Pesca Costeira e do Porto Comercial.

Em 1974, já com a JARBA transformada em JAPA (Junta Autónoma do Porto de Aveiro),"Plano Director de Desenvolvimento e Valorização do Porto e Ria de Aveiro”, é apontado no sentido de deslocar os terminais portuários, para próximo da entrada da Barra, local onde ainda hoje se localiza a mais importante estrutura comercial do Porto de Aveiro.

O ano de 1998, é mais um novo marco para a história do Porto, com a transformação de JAPA em APA (Administração do Porto de Aveiro, S.A.) é-lhe reconhecido o estatuto de porto de âmbito nacional, e com as novas competências que lhe foram atribuídas, a APA, S.A., procede à revisão do “Plano de Ordenamento e Expansão do Porto de Aveiro”, incluindo a ligação do Porto de Aveiro à Linha do Norte, bem como a conclusão e melhoria das infra-estruturas.


Nos dias que correm, a APA, S.A, é uma empresa empenhada, que assume como missão facultar o acesso competitivo de mercadorias aos mercados regionais, nacionais e internacionais, promovendo assim o desenvolvimento económico da região.

terça-feira, 20 de maio de 2008

segunda-feira, 19 de maio de 2008

As Marinhas de Sal

Copia de uma parte da Planta indicativa do Plano d'Obras para o melhoramento da Barra de Aveiro: Projecto de 26 de Fevereiro de 1874.

Fonte: Catalogo Exposição "A Barra e os Portos da Ria de Aveiro 1808 - 1932"

quinta-feira, 8 de maio de 2008

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Ilustres Aveirenses: VON HAFE João Henrique Adolfo

VON HAFE João Henrique Adolfo

João Henrique Adolfo Von Hafe, foi um dos ilustres aveirenses, homenageado no passado dia 28 de Abril, no Museu da Cidade. Nasceu no Porto em 1855 e aí mesmo viria a falecer em 1930, foi um empenhado engenheiro da JARBA (Junta Autónoma da Ria e Barra de Aveiro), e o seu trabalho ainda hoje é reconhecido.

Da sua acção destacou-se, o Estudo e o Projecto de Melhoramento da Barra, em 1925 e 1927 respectivamente, onde actuou e defendeu a construção de um dique de concentração de correntes e o prolongamento do molhe norte, em mais 300 metros em direcção ao mar.

Este projecto viria a ser aprovado, em 1930, depois de aperfeiçoado pela Missão Inglesa (firma inglesa, especializada e consultada para esta matéria a pedido do Ministério das Obras Públicas) vindo a servir de pedra basilar na primeira fase do plano portuário de Aveiro.

O Eng.º Von Hafe propugnou também por uma Barra a 18 pés, à custa do prolongamento do Molhe Norte e sem dragagens.

A este ilustre se deveu também o Anteprojecto de um porto de comércio e de pesca que propunha um plano geral de construção do porto interior de Aveiro.
Aqui fica a nossa homenagem...


Projecto de melhoramento da Barra de Aveiro, da autoria do Engº Von Hafe.

Fonte:
Arquivo do Distrito de Aveiro, 1947, Vol. XIII
A Barra e os Portos da Ria de Aveiro 1808 - 1932, APA- Administração do Porto de Aveiro, 2008.
Porto de Aveiro: Entre a Terra e o Mar, Inês Amorim, 2008.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Memórias X

Carregamento de Sal em Vagons no Canal de S. Roque.

Carregamento de Sal em Vagons no Canal de S. Roque.


Memórias IX

Zona da Malhada em Ílhavo.

Zona da Malhada em Ílhavo.


sexta-feira, 2 de maio de 2008

Barco Moliceiro


Construído em Pardilhó no ano de 2001, pelo Mestre António Esteves foi adquirido pela Câmara Municipal de Ílhavo para ser exposto no renovado Museu Marítimo de Ílhavo.

O Barco Moliceiro terá resultado de sucessivos e constantes aperfeiçoamentos de uma embarcação pensada para o trabalho, mas concebida para navegar nas águas pouco profundas da Ria.

Barcos há que ao longo do nosso litoral ostentam, por embelezamento ou superstição, alguns signos pictóricos interessantes, mas os moliceiros com as suas quatro iluminuras (painéis) de uma diversificação estonteante, fizeram da nossa Ria uma galeria de arte fluída, em que todos esses elementos estéticos foram mergulhando.

Fonte: Câmara Municipal de Ílhavo.

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Selos & Moedas – Edição dedicada ao Bicentenário da abertura da Barra de Aveiro

Revista de Filatelia e Numismática do Clube dos Galitos.
Edição dedicada ao Bicentenário da abertura da Barra de Aveiro.
Abril 2008, Ano 39º, Nº 127.

domingo, 20 de abril de 2008

Aveiro: Sal à beira da protecção europeia

O sal de Aveiro, a par com o salgado de três países, pode estar a um passo de ser reconhecido com a Indicação Geográfica Protegida e Denominação de Origem Protegida. A Associação de Produtores e Marnotos da Ria de Aveiro tem também em mente um plano para aumentar a produção de sal tradicional para as 10 toneladas por ano.


O sal de Aveiro e outros salgados de três países estão à beira de conseguir o reconhecimento de Indicação Geográfica Protegida (IGP) e de Denominação de Origem Protegida (DOP), no seguimento da votação favorável, na passada quinta-feira, por unanimidade, pelos 27 estados membros da União Europeia, da inserção daquele produto tradicional no anexo ao Regulamento 510/ 2006 da Comissão sobre a IGP e a DOP.
A partir daqui, os produtores terão de preparar os cadernos de encargos onde serão descritas as características do sal e da produção de forma a solicitar o seu registo em Bruxelas.
A decisão ao nível europeu surge no seguimento de um requerimento apresentado, em Maio do ano passado, pelos produtores de sal marinho artesanal de França, Itália, Espanha e Portugal, junto da Direcção Geral da Agricultura da Comissão Europeia, que tinha em vista permitir aos diferentes sais marinhos recolhidos manualmente beneficiar dum reconhecimento como IGP/DOP.
A decisão dos 27 estados membros abre «a via à protecção dos sais pela indicação geográfica na União Europeia» segundo refere um comunicado dos quatro países produtores, reunidos na Federação Europeia dos Produtores de Sal Marinho Recolhido Manualmente. Depois de conhecida a decisão, o presidente da federação, Michel Coquard, conclui que será possível «apresentar os processos de registo em Bruxelas e, por consequência, proteger e valorizar os produtos oferecendo aos consumidores as garantias da origem e da qualidade».
Quanto fala no sal tradicional recolhido manualmente, o presidente refere-se a uma «história e características próprias e uma ligação muito forte com os locais de onde provêm».
Na prática, obtendo o selo de certificação do produto, «ninguém pode rotular como sendo sal de Aveiro sal que não seja da região e da maneira como é produzido», disse ontem, ao Diário de Aveiro, o presidente da Associação de Produtores e Marnotos da Ria de Aveiro (APMRA), Manuel Estrela Esteves.
E «como Aveiro não tem sal industrial, só o artesanal pode ter o estatuto de sal de Aveiro», acrescenta. Além da associação aveirense, são membros fundadores da Federação Europeia dos Produtores de Sal Marinho Recolhido Manualmente a Association Espagnole de Salinas Marinas Artisanales - AESMAR, a Association Française des Producteurs de Sel Marin de l’Atlantique récolté manuellement, o Consorzio per la Valorizzazione del Sale MARino di Trapani - SMART e a Federação Nacional de Produtores de Sal Marinho Artesanal – FENA.Sal (Tradisal de Castro Marim e APMRA de Aveiro).
Actualmente, o que está a acontecer é a importação de sal, «embalado em Aveiro e tido como sal de Aveiro», segundo o presidente da APMRA. Com a certificação da produção, o cenário deverá mudar, o que pode sugerir a possibilidade do sal de Aveiro ganhar mercado. Mas para Manuel Estrela Esteves será necessário, primeiro, «aumentar a produção». E a associação tem um plano para conseguir isso.

Plano de 50 marinhas

Enquanto a associação prepara a convocação dos produtores para iniciarem a preparação dos cadernos de encargos, e admite vir a apelar para a APMRA conseguir certificar as produções de Aveiro, apoiada pelo laboratório da Universidade de Aveiro, a organização tem um plano para conseguir elevar a quantidade da produção de sal em cada safra.
Está em curso a reabilitação de três núcleos incluídos na zona do salgado de Aveiro, constituídos por 50 marinhas, que podem ser activadas através de obras de protecção da envolvência de cada grupo. A associação pretende que o plano de actividades do novo Programa Polis para a Ria inclua aquela obra de protecção dos núcleos de marinhas, reconstruindo os muros de protecção em redor das salinas em causa, que poderá atingir uma produção anual de 10 mil toneladas.
Contemplando aqueles núcleos nas obras do Polis, cujo plano a APMRA já abordou com a Administração da Região Hidrográfica do Centro, será depois necessário os proprietários de marinhas realizarem obras de recuperação nas suas propriedades, se for caso disso, podendo beneficiar de apoios financeiros.
Mas não é apenas o aumento da quantidade de sal que está em causa. Para Estrela Esteves, a certificação impõe o cumprimento de características quanto à qualidade da água. Neste ponto, há dois aspectos a ter em conta, que constituem «ameaças graves»: a poluição decorrente da actividade portuária e a expansão da piscicultura.

Fonte: Diário de Aveiro.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

“Regata 200 Anos da Abertura da Barra” - Optimist


Com organização da Escola de Vela do Sporting Clube de Aveiro e em colaboração com o Porto de Aveiro, decorreu no fim de semana de 5 e 6 de Abril a Regata “200 Anos da Abertura da Barra de Aveiro” – Vela Ligeira, enquadrada no Troféu Norte da Classe Optimist (6-15 anos).

Esta regata, que se enquadra no “Projecto Aveiro Vela”, decorreu na Baía do Terminal de Granéis Sólidos do Porto de Aveiro, tendo reunido cerca de 60 velejadores Optimists dos grupos A,B e P, distribuídos por vários clubes da região norte e centro do país.

De salientar a presença nesta regata de 19 velejadores da Escola do Sporting, verdadeira referência na formação de excelência de velejadores de todas as idades.

São Jacinto serviu como base de apoio à organização da regata, que contou com as imprescindíveis colaborações da Junta de Freguesia de São Jacinto, da Associação Desportiva e Cultural de São Jacinto, dos Escuteiros Marítimos de São Jacinto, da Rota da Luz e da Câmara de Aveiro.


A empresa INDASA e o BBVA patrocinaram esta regata inovadora, envolvendo uma logística considerável, apenas possível graças à forte e vasta equipa de colaboradores da Escola de Vela do Sporting.

O lanche e a cerimónia de entrega de prémios, que decorreu no Complexo Desportivo de São Jacinto, contou com a presença de cerca de 150 pessoas, num ambiente agradável e de boa disposição.

Os lugares de pódio foram distribuídos pelos velejadores do Sporting Clube de Aveiro, NADO, CVCN, CVVC, ANGE e CMCoimbra, estando igualmente presentes a MCG e CNP (para mais informações consultar www.sportingcaveiro.pt/vela).

Fonte: Porto de Aveiro: Newsletter n.º 133.

segunda-feira, 14 de abril de 2008

A longa marcha para o esquecimento de Gomes de Carvalho

Foto: Jornal "O Aveiro"

Em 1987, a pedido do Círculo Experimental de Teatro de Aveiro (CETA), escreve uma peça de teatro para comemorar os 30 anos de actividade daquele grupo performativo. E ao seu melhor estilo, pega em acontecimentos históricos para reflectir sobre o presente e chamá-lo à razão.

Jaime Gaspar Gralheiro pegou na obra que abriu a barra de Aveiro para lembrar o seu engenheiro esquecido pela história: Luís Gomes de Carvalho. À peça deu-lhe o nome de A Longa Marcha para o Esquecimento.

Jaime Gralheiro nasceu em São Pedro do Sul em 1930. É advogado, político e dramaturgo. Foi o primeiro presidente da Câmara de São Pedro do Sul, após o 25 de Abril. Regressou sempre à Câmara como vereador do PCP. Escreveu 16 peças para teatro. Ramos partidos, Belchior, Farruncha, o Fosso, Na Barca com o Mestre Gil são apenas algumas das obras que foram encenadas de Norte a Sul do país. Obras sempre baseadas em factos históricos com as quais pretende passar recados ao presente. A Longa Marcha para o Esquecimento é disso exemplo. No ano em que se comemoram 200 anos sobre a abertura da barra propôs que a peça voltasse ao palco. Não teve resposta de Aveiro.

Em 1987 foi convidado pelo Círculo Experimental de Teatro de Aveiro (CETA) para escrever uma peça de teatro sobre Aveiro. Como é que lhe surge a ideia de escrever sobre a abertura barra de Aveiro?

Sempre tive uma grande admiração pelo CETA que, nessa altura, era dos melhores grupos de teatro amadores do país. Aceitei o convite, pouco sabia de Aveiro e comecei a pesquisar. A certa altura, num texto qualquer, vi uma referência a Luís Gomes de Carvalho com uma nota que dizia: "Com quem Aveiro foi muito injusto". Eu andava à procura de um tema com choque dramático e, através daquela nota de rodapé, fui procurando saber quem era esse tal Gomes de Carvalho.

Que descobriu acerca de Gomes de Carvalho?

Descobri uma conferência notável do Comandante Rocha e Cunha pronunciada na Sociedade de Geografia, em 1921, onde o mesmo historiava detalhadamente todo o calvário pelo qual a cidade de Aveiro passou, desde que a barra se fechou, em 1575, em razão de um Inverno pavoroso a partir do qual a cidade ficou sem ligação ao mar, até 1808 quando a Barra foi aberta. O Comandante Rocha e Cunha conta isso com grande pormenor e aponta determinadas pessoas que se distinguiram nessa luta que durou 233 anos. E posso dizer que a primeira promessa que apareceu da parte do poder para que a barra fosse aberta foi do próprio Filipe I, porque a Câmara de Aveiro foi das primeiras a dar as boas vindas ao rei espanhol.

Mas não foi Filipe I a testemunhar a abertura da barra.

O primeiro aveirense que lutou bravamente para que o porto fosse aberto foi Cristóvão de Pinho Queimado, do século XVII para o século XVIII, quando o rei era D. Afonso VI. Nessa altura chegaram mesmo a vir a Aveiro uns engenheiros hidráulicos holandeses que eram, na Europa, quem mais sabia sobre engenharia hidráulica. Eles vieram cá, deram sugestões, mas não se chegou a avançar com nada.

Até que no tempo do Marquês de Pombal há uma nova tentativa para abrir a barra. E quem está por de trás dessa tentativa é o Duque de Aveiro que patrocina a petição e essa vontade dos aveirenses. Simplesmente o Duque de Aveiro é apanhado na conspiração contra o rei e cai na desgraça.

E eis que surge Gomes de Carvalho.

Exactamente. Já no reinado de Dona Maria II, quando era regente o seu filho que veio a ser o D. João VI, no dia 2 de Janeiro de 1802, é expedido aviso régio para o coronel Reinaldo Oudinot e para o seu genro, o engenheiro Luís Gomes de Carvalho. Os dois estavam na época a trabalhar nas obras do Porto de Leixões. No dia 21 desse mesmo mês estes dois engenheiros militares marcharam para Aveiro. Ainda antes do projecto ter sido aprovado conseguiram autorização da rainha para iniciarem as obras sob a direcção de Luís Gomes de Carvalho. A teimosia da barra tinha encontrado pela frente a teimosia do homem.

Que circunstâncias levam o engenheiro Luís Gomes de Carvalho a assumir tanta preponderância nas obras da abertura da barra?

Ele era um homem determinado e teve uma atitude perante o porto que nunca ninguém tinha tido. Ele corre toda a bacia, estuda-a do ponto de vista das marés, das plantas, das ondas, dos ventos… Ele faz um estudo integrado da ria, o que era notável para o princípio do século XIX. Por isso ele começa a ter alguma preponderância. Embora quem mandasse fosse o coronel Reinaldo Oudinot, que mandou abrir inclusivamente um canal para drenar mais facilmente as águas, e que ainda hoje é conhecido pelo canal Oudinot, a certa altura o coronel terá tido alguma crispação com o genro. Passado um ou dois anos deles terem iniciado as obras da construção do porto de Aveiro, o coronel Oudinot vai para a Madeira para preparar as obras do porto do Funchal e o Gomes de Carvalho é que fica a dirigir as obras em Aveiro.

Como se processaram os trabalhos técnicos para abrir a barra?

O Gomes de Carvalho, face à corrente do rio Vouga, resolve abrir um leito novo, a que deu o nome de Rio Novo do Príncipe. O objectivo era que o rio entrasse mais directa e facilmente em direcção ao local que ele escolheu para abrir a barra. Esse local escolhido é precisamente o sítio onde presentemente se dá a ligação da ria com o mar, ao contrário da antiga barra que estava situada na Vagueira. Para isso ele precisou de armazenar junto à futura abertura uma grande quantidade de água. Para tal fez um paredão que vinha desde as Gafanhas e que serviu para conduzir as águas em direcção ao local onde seria aberta a barra.

Conta a história que as pedras utilizadas na construção desse paredão tiveram proveniência da muralha de Aveiro.

Exactamente. Como não havia pedra nessa altura o Gomes de Carvalho propôs que as da muralha de Aveiro fossem utilizadas nesses paredões. Essas pedras, que dantes eram utilizadas para defender Aveiro dos piratas, passaram a ser muralhas para defenderem Aveiro das tormentas do mar. Ele então começa a fazer essa barreira de maneira a que a água da ria se começa a acumular. Ele queria juntar o máximo de água junto à futura abertura para que esta pudesse funcionar como pressão para abrir a barra. É que o Gomes de Carvalho chegou à conclusão que a diferença de nível entre a maré baixa e a altura que poderia obter com essa acumulação de água era de dois ou três metros, desnível esse que, depois de aberta uma pequena abertura entre a ria e o mar, seria o suficiente para empurrar toda a água para fora.

Foi então que a água da ria se acumulou tanto a ponto de inundar as zonas baixas da cidade de Aveiro.

Simplesmente, quando a água começa a encher, os donos das marinhas, que na altura eram as pessoas mais ricas de Aveiro, começaram a ficar prejudicados imediatamente porque as salinas ficaram inundadas e deixaram de produzir sal. E os protestos da população foram subindo de tom a ponto do Gomes de Carvalho ter ficado praticamente sozinho na sua determinação de abrir a barra no local que tinha escolhido.

Entretanto, no Inverno de 1808 choveu tanto que Aveiro começa a ficar inundada. A cidade chegou a ter água até aos telhados das zonas mais baixas. Toda a gente andava desesperada e só ele dizia: "Isto é ouro que está a cair". Porque ele tinha determinado que precisava de ter um desnível muito alto para depois, quando abrisse uma pequena abertura entre o mar e a ria, os milhões de quilolitros de água por si só cavassem aquilo que naquela altura as máquinas não conseguiam fazer.

E, por fim, abre-se a barra em 1808…

A água atinge o ponto máximo e o Gomes de Carvalho com a ajuda de meia dúzia de pessoas, a 3 de Abril de 1808, vai ao local onde tinha determinado a abertura, arranca a pequena barragem de estacas, ele próprio risca com a bota o local por onde a abertura acontecerá, abre-se um pequeno canal entre a ria e o mar e rapidamente a água começa a fluir, a fluir, a fluir e cavar um canal. E em três dias a água escoa tudo, a barra fica aberta e a cidade fica seca.

E foi de tal maneira isto que a cidade de Aveiro aclamou o Gomes de Carvalho como um grande herói, deram-lhe todas as honras e ele passou de odiado a grande herói porque fez aquilo que em duzentos e tal anos ninguém tinha feito.

A abertura da barra representou para a região o próprio futuro. Tendo sido um empreendimento tão potencializador, como se explica que o seu obreiro, o engenheiro Gomes de Carvalho, seja hoje um desconhecido da história?

Simplesmente Gomes de Carvalho era um liberal. Houve ostensivamente uma vontade política de apagar o nome de Luís Gomes de Carvalho. O facto dele ter assumido claramente uma posição liberal, numa terra em que as posições de direita normalmente imperam, caiu mal no caldo cultural na cidade de Aveiro.

É que nessa altura acontecem as guerras liberais entre D. Pedro e D. Miguel. Em 1823 dá-se a Vila Francada que é a primeira tentativa que D. Miguel faz para assumir o poder. Em razão dessa tentativa, quem toma conta do poder em Aveiro são as forças adversas. E o homem que tinha sido louvado por toda a gente, que tinha tido todos os prémios da cidade de Aveiro… o mesmo senado que lhe deu os prémios expulsou-o de Aveiro por indigno. E ele teve de sair de Aveiro e foi morrer a Leiria anonimamente e sozinho. O terrível é isto, este homem que foi o principal motor da salvação da cidade de Aveiro foi caindo de tal maneira no esquecimento que hoje não há nada sobre ele a não ser uma pequena rua com o seu nome e uma carta que ele escreveu ao rei para o Brasil a dizer que a barra estava aberta.

200 anos foi quanto durou a marcha para o esquecimento?

Claro que na cidade de Aveiro houve sempre afloramentos de gente progressista, desde o José Estêvão ao Mário Sacramento, passando por aquela gente toda que fez os congressos republicanos. Fui muito amigo do Mário Sacramento, do Álvaro Seiça Neves, do João Sarabando, do Costa e Melo que era gente de esquerda, muito corajosa, determinada e firme. Esta gente eram afloramentos na cidade de Aveiro que tinham muito pouco a ver com a vivência reaccionária da cidade de Aveiro. A impressão que eu tenho é que Aveiro é profundamente conservadora. E, portanto, o espírito aberto que era o Gomes de Carvalho não terá caído bem. Porque só assim se explica que tendo Aveiro transformado Gomes de Carvalho num herói local, passado um ano ou dois ele seja expulso da cidade e ninguém tenha reagido.

A peça de teatro a Longa Marcha para o Esquecimento é, portanto, uma parábola?

Completamente. Esta peça de teatro é uma parábola histórica. Eu fui buscar uma figura histórica de Aveiro para meter um pouco a chopa à cidade, para a acusar de não ser digna dos heróis efectivos que tiveram. Efectivamente houve em Aveiro gente de grande prestígio que tem sido esquecida. Quem sabe hoje quem foi Mário Sacramento? Quem é que sabe que nos anos sessenta o intelectual mais ouvido e respeitado em Portugal era um médico de Aveiro chamado Mário Sacramento? E quem sabe quem foi o João Sarabando ou o Álvaro Seiça Neves? Quem é que continua a ter medo desta gente? Efectivamente a revolução do 25 de Abril e as pessoas que estiveram por de trás da abrilada tornaram-se tão incómodas que quem depois tomou conta do 25 de Abril tudo fez para apagar a memória dos que construíram Abril. Eu sou uma das vítimas.

Fecho da barra transforma a ria num pântano
Que razões explicam o fecho da ligação entre a ria e o mar no século XVI?

No século X a costa marítima de Portugal vinha por Espinho, Esmoriz, Ovar, Estarreja, Salreu, Fermelã, Angeja, Alquerubim, Cacia, Esgueira, Aveiro, Ílhavo, Vagos, Porto Mar, Mira e Cabo Mondego. Veja-se por onde o mar andou. Simplesmente, a partir do século X e XI houve um movimento tectónico que fez o fundo da ria subir. Razão dos ventos e das correntes começa-se então a formar um cabedelo de areia que vem de Espinho. Outro cabedelo começa a vir do Cabo Mondego para cima. Quando as duas línguas de areia se juntaram Aveiro tinha 14 mil habitantes, 300 embarcações e mandava à Terra Nova 60 naus por ano à pesca do bacalhau. Acontece que quando o Luís Gomes de Carvalho aqui chegou a população estava nos 3 mil habitantes, deixou-se de ir à Terra Nova e mesmo as pequenas embarcações desapareceram. Aveiro estava cercada de água morta porque o rio Vouga continuava a despejar para a ria cuja água não saia para o mar. Aveiro ficou a afogar-se de tal maneira que as casas das zonas baixas como as do Alboi ou as do Rossio começaram a ficar debaixo de água.

In: Jornal "O Aveiro".

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Visita à exposição: "A Barra e os Portos da Ria de Aveiro 1808 – 1932"

No passado Domingo, depois de ter visitado a fragata Álvares Cabral, tive a possibilidade de passar na Galeria da antiga Capitania do Porto de Aveiro. Desde o dia 03 de Abril, está em exposição o arquivo Histórico da Administração do Porto de Aveiro, denominado "A Barra e os Portos da Ria de Aveiro, 1808-1932".

A historiadora Inês Amorim é comissária da exposição, juntamente com João Garcia. Os dois especialistas foram os responsáveis científicos pela equipa que, durante mais de um ano, inventariou parte do espólio do arquivo do Porto de Aveiro, tratando-se a APA da única administração portuária a proceder a este tipo de trabalho.

No momento em que lá fui, não havia ninguém na galeria, ninguém, para além do "guardião" daquela relíquia histórica... Tive a possibilidade de vaguear à vontade pela exposição, e de certa forma viver o espírito da época, pois é de enaltecer e sobrelevar a força e a coragem dos técnicos, que sem grandes meios, conseguiram levar esta obra a bom porto e fizeram desta terra aquilo que hoje é...

Quem quiser conhecer um pouco sobre a nossa história, terá a possibilidade de o fazer até ao dia 03 de Maio... Aqui fica o convite.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

terça-feira, 8 de abril de 2008

Arquivo APA: Escafandro

1871 - 1922 - Escafandro, N.º A 2236

Armadura de borracha, metal, tela, couro e vidro, usada para trabalhos no fundo da água.

Foto: Porto de Aveiro.