segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Gastronomia: Pataniscas de Bacalhau



Ingredientes

· 600 gr de bacalhau
· 4 ovos
· 50 gr de farinha de trigo
· 1 cebola
· 1 ramo de salsa
· óleo para fritar
· sal e pimenta q.b.


Modo de preparação:

Depois de demolhado, coza o bacalhau; de seguida escorra e lasque-o retirando todas a pele e as espinhas. Faça o preparado juntando os ovos com a farinha até obter um creme. Se achar necessário pode acrescentar um pouco da água onde cozeu o bacalhau.
Pique a cebola finamente, bem como a salsa, e junte ao preparado anterior, acrescentando também o bacalhau.
Por fim, tempere a seu gosto e frite colheradas do preparado em óleo bem quente.
Não se esqueça de deixar escorrer em papel absorvente para evitar o óleo em demasia.
Serve-se com arroz de tomate malandro.

Receita do Restaurante "O Farnel"
(Restaurante participante no Concurso Gastronómico de Ílhavo 2007)
Fonte: Câmara Municipal de Ílhavo - Agenda "Viver Em" - Outubro 2008

Junco Chinês


Modelo escultórico em madeira de teca, minuciosamente trabalhado, representa uma embarcação tradicional chinesa do século XVIII.

Embarcação de lastro largo, evoluiu ao longo dos séculos, passando de pequeno barco de rio para grande navio de mar. Este tipo de embarcação foi usada pelos portugueses desde a barra do golfo da Tailândia até à Ayuthaya. O seu uso decaiu aquando do aparecimento dos barcos e das lanchas a vapor.

A peça incorpora as colecções do Museu desde a década de 60 do século XX, tendo sido recentemente restaurada pelo Capitão Carlos Manuel Teles Paião. Encontra-se em exposição no átrio do Museu Marítimo de Ílhavo.

Fonte: Câmara Municipal de Ílhavo - Agenda "Viver Em" - Outubro 2008

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

4ª ESQUADRILHA DE SUBMARINOS


Foi com o “Espadarte”, em 15 de Abril de 1913, que a Marinha se aventurou pela primeira vez abaixo da superfície do mar. A partir daí, foi um acumular de progressos tecnológicos e tácticos que fizeram dos submarinos a arma mais temível na “Batalha do Atlântico”.
Os submersíveis da 1ª Esquadrilha evoluíram para a 2ª e 3ª Esquadrilhas, mas ainda não tinham a capacidade inata para operar abaixo da superfície como o seu meio privi-legiado.
Os submarinos da classe “Albacora”, pelo contrário, foram construídos para operar sob a superfície e era em profundidade que as suas capacidades eram mais notórias e a sua sagacidade mais temida pelos navios de superfície.
Além disso, dispunham de uma autonomia invejável para a época, o que lhes permitia efectuar operações em zonas bem distantes da sua base de apoio.
Pequenos no tamanho mas intrépidos na acção, foi neles que recaiu uma boa parte da responsabilidade pelo controlo do mar, no aproveitamento total das suas capacidades, com especial ênfase para a discrição e dissuasão, num regime de utilização intensivo que as horas de navegação efectuadas bem atestam. Às suas guarnições, que num espaço exíguo afirmaram inexcedível brio e valor, fica a merecida homenagem.

***

O Contrato para a aquisição dos submarinos da 4ª Esquadrilha foi assinado em 24 de Setembro de 1964. Os 4 navios que inicialmente a constituíam foram todos construídos pelos estaleiros Dubigeon-Normandie em Nantes, França, sendo estes os N.R.P.’s “Albacora”, “Barracuda”, “Cachalote” e “Delfim”.

N.R.P. “Albacora”
Aumentado ao efectivo – 1 de Outubro de 1967
Desarmado – 30 de Novembro de 2000
Horas de Navegação – 42184
Horas de Imersão – 25979

N.R.P. “Barracuda”
Aumentado ao efectivo – 4 de Maio de 1968
Horas de Navegação (até Maio de 2008) – 46636
Horas de Imersão (até Maio de 2008) – 32879
Milhas percorridas (até Maio de 2008) – 279816

N.R.P. “Cachalote”
Aumentado ao efectivo – 25 de Janeiro de 1969
Desarmado – 17 de Outubro de 1974
Abatido – Julho de 1975 (vendido a França para posteriormente ser cedido ao Paquistão)
Horas de Navegação – 7207
Horas de Imersão – 2709

N.R.P. “Delfim”
Aumentado ao efectivo – 1 de Outubro de 1969
Desarmado – 1 de Setembro de 2006
Horas de Navegação – 44500
Horas de Imersão – 33000
Milhas percorridas – 260000

Fonte:Revista da Armada - Set/Out n.º 423

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Cargas no Porto de Aveiro sobem 6% até Agosto


O porto de Aveiro superou os 2,4 milhões de toneladas movimentadas nos oito primeiros meses do ano. Relativamente ao período homólogo de 2007, o crescimento é de 6,2%.

Desde Janeiro, passaram por Aveiro 1,1 milhões de toneladas de carga geral (mais 10,5%), 859 mil toneladas de granéis sólidos (menos 6,6%) e 463 mil toneladas de granéis líquidos (mais 26,9%).

No mesmo período, o Terminal Norte registou 673 mil toneladas movimentadas, com o Terminal Sul a ganhar 13%, para as 755 mil toneladas. Em alta está também o Terminal de Granéis Líquidos, com 463 mil toneladas (mais 26,9%), e o Terminal de Granéis Sólidos Não Alimentares, com 400 mil toneladas (mais 66%).

Entre Janeiro e Agosto, o porto aveirense foi demandado por mais navios e de maiores dimensões.

Em Agosto, Aveiro movimentou 308,3 mil toneladas, que comparam com as 279 mil toneladas de há um ano. A carga geral chegou quase às 137 mil toneladas (102 mil há um ano), os granéis sólidos andaram muito perto das 94 mil toneladas, e os granéis líquidos atingiram as 78 mil toneladas (58 mil, idem).



Fonte: Porto de Aveiro: Newsletter n.º 166.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Os maiores Veleiros do mundo

Luís Marques na “Port Finance & Investments 2008”


Luís Marques, economista e membro do Conselho de Administração do Porto de Aveiro, intervém hoje na segunda edição da prestigiada conferência “Port Finance & Investments 2008”, iniciativa que decorre em Amesterdão e se prolonga até terça-feira, dia 30 de Setembro.
Sob a epígrafe “Investimento Portuário: um novo modelo colaborativo”, o docente universitário apresentará aos conferencistas um modelo baseado numa nova perspectiva do negócio portuário, tendo como principal propulsor a partilha de riscos e valor entre Autoridade Portuária e parceiros/investidores privados.



Fonte: Porto de Aveiro: Newsletters n.º16.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Visita aos Veleiros....

Foram 4 dia de grande azafama, ali para os lados do Porto de Aveiro... A semana passada foi dedicada aos preparativos para a recepção da Regata dos Grandes Veleiros, que começaram a chegar no dia 19 e por ali permaneceram nos quatro dias seguintes... No fim de semana todos os caminhos iam dar ao Terminal Norte no Porto de Aveiro. Nós também lá estivemos, por isso aqui ficam algumas imagens, para um dia recordar...








terça-feira, 23 de setembro de 2008

Porto de Aveiro: Funchal 500 Tall Ships Regatta

Tall Ships Regatta FUNCHAL 500 (Regata dos Grandes Veleiros), na sua passagem e estada no Município de Ílhavo, Porto de Aveiro, 20.09.2008. Alguns momentos do primeiro dia de abertura ao público.


segunda-feira, 8 de setembro de 2008

REGATA INTERNACIONAL DOS GRANDES VELEIROS EM ÍLHAVO

20 – 23 de Setembro, Terminal Norte do Porto de Aveiro

A frota dos grandes veleiros formar-se-á (entre 10-13 de Setembro no porto histórico de Falmouth na costa sudoeste de Inglaterra, de onde largará para Ilhavo, Portugal, para uma estadia de 3 dias (de 20 - 23 de Setembro) no Terminal Norte do Porto de Aveiro. Deste porto, os veleiros seguirão para o Funchal, Madeira para o Festival Náutico e comemorações na Cidade (2 - 5 de Outubro). A realização deste evento é uma organização da Câmara Municipal de Ílhavo em parceria com a Sail Training International e com a Administração do Porto de Aveiro.

História da Tall Ships

Esta Regata internacional tem quase a mesma rota comercial que os veleiros tradicionais do passado usavam para cruzar o Atlântico Norte, uma rota a sul para aproveitar os ventos predominantes.

De Falmouth a Ílhavo (Porto de Aveiro) são cerca de 630 milhas náuticas su-sudoeste. Com, Ushant (noroeste de França) e Cabo Finisterra (noroeste de Espanha) e os ventos predominantes de oeste para noroeste, a primeira etapa da regata pode apresentar um número de desafios tácticos para a frota. O que será quase certo para os veleiros com velame de forma quadrada que não conseguem andar contra o vento “bolinar” como as embarcações com velas tradicionais (vela grande e velas de proa).

De Ílhavo ao Funchal são mais 630 milhas náuticas sudoeste em mar alto, os desafios tácticos para melhor aproveitar o vento e a corrente podem ser decisivos para o resultado final.

As três comunidades de acolhimento são, agora, consideradas "Portos Amigos" das escolas de vela, oferecendo apoio e serviços a barcos escola durante todo o ano. Os três portos vêm a sua participação nesta Regata como continuadores desta filosofia, assim como, a possibilidade de oferecerem às suas comunidades um espectáculo único quando a frota estiver no porto.


Fonte: Porto de Aveiro: Newsletter n.º 159

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Papaloapan A - 411 no Porto de Aveiro

Atracou ontem no Porto de Aveiro, o navio da Marinha Mexicana "Papaloapan (A-411)" (ex-USS Newport), com cerca de 400 tripulantes estará atracado no Porto de Aveiro, até ao próximo Sábado,
O USS Newport, nome pelo qual ficou conhecido inicialmente, foi adquirido pelo México aos EUA a 21 de Maio de 2001, e nessa altura foi baptizado de Papaloapan (A-411), nome que mantém até à actualidade...


SABER MAIS...

A Classe Newport é uma classe estadunidense de navios especialmente projectados para transportar e desembarcar veículos de combate directamente nas praias. Em uma operação anfíbia, isso torna a operação mais rápida e elimina a necessidade de embarcações menores, possibilitando ao Corpo de Fuzileiros Navais meios mais eficientes para defender a posição (cabeça de praia) e realizar as demais incursões planeadas.

O objectivo do projecto da Classe Newport era produzir uma embarcação flexível, capaz de apoiar todo o tipo de operações anfíbias, sofrendo apenas com a pequena plataforma que recebeu para helicópteros.
Foi especialmente projectado para o transporte de veículos, que podem ser acomodados tanto no convés principal quanto no tank deck. Tem capacidade para desembarcar veículos directamente na praia pela rampa frontal, e também pode lançar à água, pela rampa de popa, tanto embarcações de desembarque quanto Carros de Lagarta Anfíbios (CLAnf).