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terça-feira, 22 de julho de 2008

Festas da Ria 2008

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Lugre - Patacho "Gazela Primeiro"

A Pesca Longínqua a bordo do Lugre-Patacho Gazela Primeiro.


Numa época, em que a pesca do bacalhau atravessava sérias dificuldades, urgia, por questões competitivas, dispor de navios maiores e de melhor qualidade.

O "Gazela Primeiro" surge como uma solução, foi mandado construir para transportar pescadores para a pesca do bacalhau nos Grandes Bancos da Terra Nova e tinha capacidade de transportar cerca de trinta Dóris.

O Veleiro foi construído no estaleiro de J. M. Mendes, em Setúbal, Portugal. Os registos, relativos à sua actual forma, datam de 1900, mas existe uma clara evidência de que as madeiras usadas na sua construção são do navio Gazella (com 2 L’s) que foi construído em 1883 em Cacilhas. Pinho português foi a principal madeira usada no casco e coberta, enquanto o mastros e vergas são de Pinheiro-do-Oregon (Douglas fir).

Este lugre-patacho foi sujeito a uma terceira remodelação em 1938, introduzindo um motor de propulsão.

A sua última campanha data de 1969. É propriedade do Museu Marítimo em Filadélfia desde 1971 e foi rebaptizado de Gazela of Philadelphia.



Fonte: Museu da Marinha.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Dóris: O Bote dos Bacalhoeiros...

Quadro Óleo s/tela: PREPARANDO O DÓRI
Imagem retirada do blog: http://maolmar.blogs.sapo.pt/

Introduzidos nos finais do século XIX, os Dóris, eram embarcações pequenas de fundo chato e tabuado, muito utilizados na prática da pesca à linha, e que davam apoio a uma embarcação de maior porte.

A pesca à linha era uma prática muito dura e trabalhosa, exigindo do pescador um grande esforço e desgaste quer na pesca durante o dia inteiro quer remando o seu bote para o largo ou de regresso a bordo do navio-mãe.

Ao final do dia, os Dóris eram recolhidos, e todo o peixe é retirado e registado o que cada pescador conseguiu pescar. Sob o olhar atento do Capitão, começa a próxima etapa, a escala e a salga do peixe.

Um esforço sem limites, que no final acabará por compensar todos os pescadores e suas famílias...



Curiosidades:

Na Mitologia grega, Dóris é uma das três mil Oceânides, filhas de Oceanus e de Tétis.

Teve como marido Nereu, com o qual teve cinquenta filhas, as Neréiades.

Dóris é uma das três mil oceânides, divindades aquáticas. Seus pais são Oceanus, um dos doze titãs, e sua irmã, Tétis, que representa a fecundidade feminina do mar.

Dóris irá desposar Nereu, chamado “o velho do mar”. Este é filho de Gaia, a Terra, e de Pontos, a onda marinha.

Da união dos dois nascerão as nereidas, divindades marinhas. Além dessas cinqüenta filhas, Dóris conceberá de seu esposo o jovem Nérites. Dotado de grande beleza, este será amado por Afrodite. Mas, por não querer seguir a deusa, abandonando o reino de seus pais, é metamorfoseado em concha. Dessa forma, acaba permanecendo para sempre junto de sua mãe.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Modelismo Náutico: Bacalhoeiro "Inácio Cunha"

Autor: c. Vasconcelos

Gostava de um dia me aventurar a construir uma réplica deste género. Sei que é um trabalho bastante minucioso, que requer alguma habilidade, concentração e bastante paciência... talvez seja o meu próximo desafio, quem sabe ;)

Esta maravilha, é da autoria de c. Vasconcelos, trata-se de uma réplica do Bacalhoeiro Inácio Cunha.

Este primeiro Bacalhoeiro, foi mandado construir em 1945, no estaleiro Naval de José Maria Bolais Mónica, na Gafanha da Nazaré, tinha o casco em madeira, não congelava, e tinha apenas um porão para o salgado. Tinha de comprimento cerca de 46,60 m e a potência do motor era de 550 HP.
No entanto passados alguns anos, este Bacalhoeiro viria a afundar-se ao largo da Gronelândia, depois de um violento incêndio...

Vamos recordar:

"Sem a menor possibilidade de ser socorrido, todo o dia o "Inácio Cunha" se manteve envolto em grandes labaredas e espesso fumo, sacudido a espaços por violentas explosões, acabando por se afundar às duas horas e trinta minutos do dia trinta do mês de Agosto de mil novecentos e sessenta e seis, com todos os seus pertences e carga que constava de onze mil e oitenta quintais de bacalhau frescal, trinta e duas toneladas de óleo de fígados de bacalhau, dezanove toneladas de caras, sete toneladas de línguas, lombos e samos de bacalhau, dez toneladas de lula japonesa, cinco toneladas de cavala norueguesa, quarenta toneladas de sal, bem como todos os haveres da tripulação, que não foi possível salvar."


"O pânico gerou-se a bordo e só com muita dificuldade o Capitão, auxiliado pelos seus principais, conseguiu que a operação de arriar os botes se processasse em boa ordem. Vendo a tripulação mais calma, tentou o Capitão entrar no seu camarote para salvar a documentação do navio, mas isso foi-lhe impossível, dado que o camarote, situado mesmo por cima da casa das máquinas, se encontrava cheio de fumo e o calor ser insuportável. Pelas cinco horas e trinte minutos do mesmo dia, já com a tripulação a salvo, resolveu o Capitão com os seus Principais abandonar o navio, verificada a impossibilidade da sua salvação e porque se temia a todo o momento qualquer explosão nos tanques de gasoil. Recolheu-se a bordo do navio "Soto Mayor", onde já estava toda a sua tripulação. O Capitão do "Soto Mayor" informou o navio-hospital "Gil Eannes", que se encontrava em Holsteinsborg, do que se estava a passar com o "Inácio Cunha". Pelas quatorze horas do mesmo dia ouviu-se de bordo do "Inácio Cunha" uma violenta explosão acompanhada de grande erupção de chamas e tendo a seguir caído o mastro de ré. Pelas desassete horas foi dada ordem para que todos os tripulantes passassem para bordo do "Gil Eannes", que entretanto chegara ao local do sinistro. "

Depois deste acontecimento e com o dinheiro da seguradora, foi projectado um novo Inácio Cunha, a pedido do armador, este já bem mais evoluído... Em aço, com porão para os salgados e para os congelados...

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Visita à exposição: Mostra Filatélica do Mar III


Fragata D. Fernando II e Gloria - Construída em Damão em 1842, última Fragata exclusivamente à vela, da Marinha de Guerra.

Emissão 1997 - Fragata D. Fernando II Naus da Carreira das Índias.
Obl. 1º Dia 12-02-1997 Lisboa, onde se perdeu num incêndio.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Barco Moliceiro


Construído em Pardilhó no ano de 2001, pelo Mestre António Esteves foi adquirido pela Câmara Municipal de Ílhavo para ser exposto no renovado Museu Marítimo de Ílhavo.

O Barco Moliceiro terá resultado de sucessivos e constantes aperfeiçoamentos de uma embarcação pensada para o trabalho, mas concebida para navegar nas águas pouco profundas da Ria.

Barcos há que ao longo do nosso litoral ostentam, por embelezamento ou superstição, alguns signos pictóricos interessantes, mas os moliceiros com as suas quatro iluminuras (painéis) de uma diversificação estonteante, fizeram da nossa Ria uma galeria de arte fluída, em que todos esses elementos estéticos foram mergulhando.

Fonte: Câmara Municipal de Ílhavo.

terça-feira, 29 de abril de 2008

A Regata Internacional Rota da Luz Rias Baixais – Ria de Aveiro inicia-se este fim-de-semana


A Regata Internacional Rota da luz Rias Baixas – Ria de Aveiro, inicia-se este fim-de-semana, 1 a 4, com o arranque da 1ª etapa Pobra de Caramiñal – Vigo – Povoa de Varzim. No fim-de-semana seguinte, 10 e 11 de Maio, tem lugar a 2ª etapa que percorre Póvoa de Varzim a Aveiro.

Esta regata conta com a organização conjunta de Associação Aveirense de Vela de Cruzeiro – AVELA, Club Atlântico de Navegacíon de Altura de Galicia e o Clube Naval Povoense e apoio da empresa espanhola Maregalia.

A forte componente náutica e marítima da região de Aveiro é um factor de afirmação regional, com dimensão e projecção internacional, que proporciona inúmeras possibilidades de desenvolvimento turístico sustentável. Nesta medida, a Região de Turismo Rota da Luz aproveita o lançamento da Regata para realizar uma campanha promocional na Galiza, envolvendo diversos agentes turísticos regionais que irão assistir a partida da Regata a partir de Pobra de Caraminal (Vigo).

Do programa consta um passeio em Catamaran, visita a pontos estratégicos da ria, jantar de recepção aos convidados e participantes assim como diferentes momentos animação.

A participação da Rota da Luz nesta acção enquadra-se na nova estratégia promocional e comunicacional delineada para a região – uma Região de Água, dinâmica, activa, com espaços de água únicos direccionados para o lazer, diversão, aventura, conhecimento e emoção. Principal produto estratégico para o desenvolvimento turístico regional, o turismo náutico encontra nesta região condições naturais únicas, diferenciadoras, enquadrando-se nas novas tendências da procura turística nacional e internacional.

A promoção da Regata Internacional Rota da Luz Rias Baixas – Ria de Aveiro, a difusão do turismo náutico e as possibilidades de crescimento deste produto e consequente dinâmica das associações e clubes náuticos e agentes turísticos regionais são elementos estratégicos na afirmação e comunicação internacional, da forte componente náutica e marítima que caracteriza e diferencia a Região de Aveiro.
Desta forma a Rota da Luz estará presente de um modo activo promovendo o destino Aveiro, procurando criar diferentes momentos de animação assim como interacção com os variados públicos.

O mercado espanhol representa para a Região de Aveiro o principal mercado internacional emissor de turistas. A Galiza é responsável por uma percentagem elevada de turistas e visitantes na Rota da Luz, deste modo, ao desenvolver mais uma acção promocional em Espanha, a Região de Turismo Rota da luz procura envolver e fidelizar um mercado que encontra no destino Aveiro inúmeros motivos de visita, e com o qual partilha peculiares afinidades.

Segundo Pedro Silva, Presidente da Rota da Luz «Este evento enquadra-se na prioridade de promoção da Região que deve ter o turismo náutico como principal valor na comunicação deste destino turístico de excelência».


Consulte aqui:

Fonte: Rota da Luz.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Arte: Pintura a Óleo II

Corveta "Andorinha"

Corveta "Andorinha", navio do século XVIII. Reprodução de pintura a óleo de Alberto Cutileiro.

Galeão "Santa Luzia"

Galeão "Santa Luzia", do século XVII. Navio de 360 tonéis, armado com 30 peças. Reprodução de pintura a óleo de Alberto Cutileiro.


Nau "Santa Catarina do Monte Sinai"

Nau "Santa Catarina do Monte Sinai". Reprodução de pintura a óleo de Alberto Cutileiro.
Nau "Nossa Senhora da Conceição"

Nau "Nossa Senhora da Conceição", do século XVIII (1701-1724). Navio de 80 peças, capitânea das Armadas Portuguesas na campanha de Corfu (1716) e na Batalha Naval do Cabo Matapan (1717). Reprodução de pintura a óleo de Alberto Cutileiro.


Fonte: Museu de Marinha.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

“Regata 200 Anos da Abertura da Barra” - Optimist


Com organização da Escola de Vela do Sporting Clube de Aveiro e em colaboração com o Porto de Aveiro, decorreu no fim de semana de 5 e 6 de Abril a Regata “200 Anos da Abertura da Barra de Aveiro” – Vela Ligeira, enquadrada no Troféu Norte da Classe Optimist (6-15 anos).

Esta regata, que se enquadra no “Projecto Aveiro Vela”, decorreu na Baía do Terminal de Granéis Sólidos do Porto de Aveiro, tendo reunido cerca de 60 velejadores Optimists dos grupos A,B e P, distribuídos por vários clubes da região norte e centro do país.

De salientar a presença nesta regata de 19 velejadores da Escola do Sporting, verdadeira referência na formação de excelência de velejadores de todas as idades.

São Jacinto serviu como base de apoio à organização da regata, que contou com as imprescindíveis colaborações da Junta de Freguesia de São Jacinto, da Associação Desportiva e Cultural de São Jacinto, dos Escuteiros Marítimos de São Jacinto, da Rota da Luz e da Câmara de Aveiro.


A empresa INDASA e o BBVA patrocinaram esta regata inovadora, envolvendo uma logística considerável, apenas possível graças à forte e vasta equipa de colaboradores da Escola de Vela do Sporting.

O lanche e a cerimónia de entrega de prémios, que decorreu no Complexo Desportivo de São Jacinto, contou com a presença de cerca de 150 pessoas, num ambiente agradável e de boa disposição.

Os lugares de pódio foram distribuídos pelos velejadores do Sporting Clube de Aveiro, NADO, CVCN, CVVC, ANGE e CMCoimbra, estando igualmente presentes a MCG e CNP (para mais informações consultar www.sportingcaveiro.pt/vela).

Fonte: Porto de Aveiro: Newsletter n.º 133.

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Arte: Pintura a Óleo


Armada de Vasco da Gama

Armada de Vasco da Gama, século XV, constituída pelas naus "São Gabriel", "São Rafael" e "Bérrio", de 120, 100 e 50 tonéis, respectivamente. Descobriu o caminho marítimo para a Índia em 1497/98. Reprodução de pintura a óleo de Alberto Cutileiro


Barca, Caravela e Barinel


Barca, caravela e barinel do século XV, navios utilizados no período inicial dos Descobrimentos. Reprodução de pintura a óleo de Alberto Cutileiro.


Nau "Flor de la Mar"

Nau "Flor de la Mar", navio do século XVI. Nau de 400 tonéis que pertenceu à armada de Vasco da Gama (1502), D. Francisco de Almeida (1505) e Afonso de Albuquerque (1510). Reprodução de pintura a óleo de Alberto Cutileiro.

Fonte: Museu de Marinha.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Visita à Fragata Álvares Cabral


Desde o passado dia 03 de Abril, que a Fragata Álvares Cabral, se encontrava atracada no Cais Ro-Ro no Terminal Norte do Porto de Aveiro. No fim de semana, as portas do N.R.P. Álvares Cabral (Navio da República Portuguesa Álvares Cabral) foram abertas ao público em geral, a entrada era livre e ainda dava direito a visita guiada.
Como não é todos os dias que temos à porta de casa um Navio de Guerra da Marinha Portuguesa, o barramar.blog não deixou passar este momento em branco e rumou ao Terminal Norte...
Como já seria de prever, só nos foi permitido fotografar o exterior da fragata... e nós assim fizemos, e o resultado foi este...




















sábado, 5 de abril de 2008

FRAGATA Álvares Cabral aberta ao público



No âmbito das comemorações dos 200 anos da abertura da Barra de Aveiro, a Fragata Álvares Cabral, da Marinha de Guerra Portuguesa, encontra-se aberta a visitas ao público em geral. Este navio encontra-se atracado no Terminal Norte do Porto de Aveiro, no cais RO-RO.

Horário das visitas:

SÁBADO, 05 ABRIL – 10h/13h; 14h30/19 horas
DOMINGO,06 ABRIL – 10h/13h
Contactos/Informações: 234 397 244; 234 397 230 capitania.aveiro@marinha.pt

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Barra de Aveiro: 200 anos depois

O Farol a 03 Abril 2008

Ontem, fez-se história na região... Celebrava-se os 200 anos da Barra de Aveiro... e eu, assim como muitas outras pessoas, não quis deixar de marcar presença neste dia tão importante, que ficará registado para memórias futuras ...

Depois de um dia de trabalho, nada melhor que juntar o útil ao agradável e aproveitar o fim de tarde com cheiro a Verão Primaveril, e rumar à Barra, para assistir a alguns dos acontecimentos previstos, para o fim de tarde. Nomeadamente: ouvir soar da Ronca do Farol, assistir às"Honras a Terra”, efectuadas por um dos navios da Marinha Portuguesa e a inauguração do painel cerâmico, do artista aveirense, Zé Augusto.
Aqui ficam alguns dos "possíveis" registos fotográficos desse dia.

A união entre Mar e da Ria de Aveiro

O regresso do mar depois de um dia do mar

Ao fundo... o painel cerâmico da autoria de Zé Augusto

Uma vez mais o painel cerâmico... desta vez mais de perto...

"Honras a Terra” pelo navio da Marinha

terça-feira, 25 de março de 2008

Memórias VI

Postal de Aveiro: Os Moliceiros de velas pandas na Ria.

Postal de Aveiro: 1969 - Barco Moliceiro junto à lota de Aveiro, à entrada do canal da pirâmides
Postal de Aveiro: Barco Moliceiro carregado de moliço.

quarta-feira, 19 de março de 2008

Artesão: José Alberto Ferreira


Nascido em Ílhavo a 06 de Janeiro de 1946, José Alberto Malaquias Ferreira é um conhecidíssimo artesão da região.
Em 1964 tirou o curso de Serralharia Mecânica na Escola Industrial e Comercial de Aveiro, e em 1969 concluiu o curso de Engenheiro Maquinista na Escola Náutica de Lisboa.


O seu interesse pela arte de colocar barcos dentro de garrafas, surgiu a partir de 1982, em conjunto com o seu sogro Samuel Corujo, mas só a partir de 2001, altura em que se reformou da Marinha Mercante, é que se dedicou de formar mais activa a esta forma de arte. Faz miniaturas de barcos, sobretudo antigos veleiros usados na pesca do bacalhau, e coloca dentro de garrafas de vidro. Os barcos são introduzidos nas garrafas pelo gargalho, com os mastros e o velame completamente arreados, que depois são erguidos dentro da garrafa, à custa de um paciente e minucioso trabalho.

Já participou em várias feiras de artesanato da região de Aveiro (FARAV) e exemplares da sua obra como artesão podem ser encontrados espalhados por todo o mundo.

Fonte: http://barcosemgarrafas.no.sapo.pt/

terça-feira, 11 de março de 2008

Canção de Aveiro: MOLICEIRO


I
Meia-noite ria abaixo
Lá vai lesto o moliceiro
Vai retratando nas águas
As saudades do barqueiro

II
Nas noites em que há luar
Quando passas moliceiro
És das coisas mais bonitas
Que tem a ria de Aveiro

REFRÃO
Ai, ai, ai, lindo moliceiro
Deixa-me ir contigo à ria de Aveiro
À ria D'Aveiro à ria sem par
Lindo moliceiro que andas a vogar
Que andas a vogar na ria d'Aveiro
Deixa-me ir contigo, lindo moliceiro

Fonte: Confraria São-Goncalo.