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segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Os maiores Veleiros do mundo

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Visita aos Veleiros....

Foram 4 dia de grande azafama, ali para os lados do Porto de Aveiro... A semana passada foi dedicada aos preparativos para a recepção da Regata dos Grandes Veleiros, que começaram a chegar no dia 19 e por ali permaneceram nos quatro dias seguintes... No fim de semana todos os caminhos iam dar ao Terminal Norte no Porto de Aveiro. Nós também lá estivemos, por isso aqui ficam algumas imagens, para um dia recordar...








segunda-feira, 14 de julho de 2008

Funchal 500 anos: Regata dos Grandes Veleiros - Participantes VII


POGORIA


Classe A
Bandeira Polaca
l.o.a. 41.1m
Armação Goleta
Ano de construção 1980
Porto de origem Gdynia
Inscrito por Sail Training Association Poland

DADOS BIOGRÁFICOS

O veleiro completo Pogoria foi construído em 1980 pela Iron Shackle Fraternity - um projecto educacional marítimo, que foi concebido e fundado pelo Capitão Adam Jasser, em 1971. O projecto foi patrocionado posteriormente pela Televisão Nacional Polaca e pela TV Magazine 'Flying Dutchman'.
O actual dono e empresário do Pogoria é a Sail Training Association Poland. O seu comprimento total é de 154 pés, com acomodação para até 50 membros da tripulação e estudantes.


***


PELICAN
Classe A
Bandeira Reino Unido (UK)
l.o.a. 34.6m
Armação Goleta
Ano de construção 1948
Porto de origem Weymouth
Inscrito por Adventure under Sail



DADOS BIOGRÁFICOS

Pelican de Londres é único entre os Square Riggers (navios de velas redondas). A forma do seu casco tem origem nos clippers de elite franceses do fim do século XIX, com um comprimento de boca à razão de 5:1, uma proa alargada, boa entrada e desembarque. Foi acrescentada uma longa popa, que proporciona um espaço e conforto excepcionais para operações por todo o mundo.
A sua armação exclusiva gera o dobro da sua potência de motor e é no entanto manejável e facilmente adaptável a condições extremas. É ainda de tamanho familiar com 45m (150ft) LE.
Desta reconstrução total apenas o magnífico casco, do Pelican de 1946, se mantém. Novas anteparas, novos convés, tanques inoxidáveis e canalizações, tudo foi construído para ir de encontro aos exigentes padrões do último “Code of Practice for the Safety of Large Commercial Sailing Vessels”.

Pelican foi concebido, principalmente, como um navio de treino de mar, mas é capaz de desempenhar diferentes papéis por todo o mundo.

Mais informações: www.adventureundersail.com

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Funchal 500 anos: Regata dos Grandes Veleiros - Participantes VI

MIR

Classe A
Bandeira Russa
l.o.a. 94.8m
Armação Completa
Ano de construção 1987
Porto de origem St. Petersburg, Rússia
Inscrito por Admiral Makarov State Maritime Academy, St. Petersburg, Rússia
DADOS BIOGRÁFICOS

Mir, que significa Paz, foi o terceiro de cinco navios irmãos construídos no estaleiro Lenine em Gdansk, na Polónia, baseado num novo tipo de estilo de navio de treino com velas redondas. O primeiro navio deste estilo foi o Dar Mlodziezy, que foi construído para sbstituir o velho navio-escola Dar Pomoza, para a marinha mercante polaca. A Rússia decidiu então que queria um desenho/estilo semelhante para cinco navios, como parte de um negócio de comércio com a Polónia. O primeiro foi Druzhba e depois, em 1987, Mir para o qual o plano de massame foi ligeiramente alterado, com o intuito de poder navegar mais a favor do vento - até 30 graus ao invés dos 60 graus habituais para os de velas redondas.
O número total de velas do Mir é 26. Leva uma tripulação de 200 pessoas, mas pode ser navegado apenas com 30.

Fonte: Câmara Municipal de Ílhavo.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Funchal 500 anos: Regata dos Grandes Veleiros - Participantes V


Kaliakra
Classe A
Bandeira Búlgara
l.o.a. 42.80m
Armação Goleta
Ano de construção 1984
Porto de origem Varna, Bulgária
Inscrito por Companhia de Navegação Marítima Búlgara


DADOS BIOGRÁFICOS

Kaliakra foi construído no Estaleiro de Gdansk, na Polónia, em 1984 e pertence à Companhia de
Navegação Marítima Búlgara.
O barco foi especialmente projectado para o treino e qualificação de alunos da Academia Marítima em Varna - os futuros oficiais de frota mercante Búlgara.
O navio participou, por diversas vezes, em algumas das Regatas de Grandes Veleiros, organizadas pela International Sailing Training Association (ISTA) e Sail Training International. Os seus numerosos bons esultados e popularidade internacional aumentaram o prestígio da bandeira nacional búlgara.
Durante a Regata Colombo 1992 para celebrar o aniversário dos 500 anos da descoberta da América, Kaliakra navegou duas vezes através do Oceano Atlântico e terminou em 3º lugar de entre 143 barcos.
Um grande número de visitantes, membros de famílias reais, chefes de estado, oficiais de governo e celebridades já foram convidados a bordo do Kaliakra.

Fonte: Câmara Municipal de Ílhavo.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Funchal 500 anos: Regata dos Grandes Veleiros - Participantes IV

Cuauhtémoc

Classe A
Bandeira Mexicana
l.o.a. 90.5m
Armação Barca
Ano de construção 1982
Porto de origem Acapulco, México
Inscrito por Marinha Mexicana


DADOS BIOGRÁFICOS

Cuauhtémoc foi construído em Bilbau, Espanha, em 1981 e a princípio chamava-se Celaya. Posteriormente, foi adquirido pela Marinha Mexicana como navio de treino para oficiais, cadetes, contramestres e marinheiros. Cuauhtémoc navegou pelo mundo durante treze anos e em 1995 foi submetido a uma grande reforma do barco e do massame.
Cuauhtémoc já ganhou por duas vezes a Regata de Grandes Veleiros.

A Marinha Mexicana é uma organização militar nacional de carácter permanente, cujos objectivos principais são usar a sua força naval para a defesa e cooperar em questões de segurança nacional.

Algumas das suas funções são:

Organizar, treinar, recrutar, equipar e dirigir forças sob o comando da Marinha para a realização de toda a sua missão e o exercício total das suas funções.
» Cooperar com o Governo Mexicano, salvaguardando o enquadramento legal.
» Levar a cabo diferentes actividades, de modo a salvaguardar e proteger a supremacia do Estado. De modo similar, a Marinha Mexicana defenderá as suas águas territoriais, tanto áreas marítimas como áreas terrestres, ilhas, recifes de corais, baixios, baseboards e plataformas continentais. Além disso, a protecção inclui zonas de lagos e rios, onde possível, e o espaço aéreo nacional. A Marinha também deverá proteger os direitos da sua supremacia dentro da Zona Económica Exclusiva.
» Proteger o tráfego marítimo, dos lagos e dos rios dentro da sua jurisdição territorial conforma as indicações dadas pelo Comando Supremo. A este respeito, a Marinha deverá estabelecer as áreas de controlo necessário que dependem do Comando Supremo juntamente com as agências de cumprimento da lei através de acordos que incluirão o espaço aéreo como estabelecido por lei.

Fonte: Câmara Municipal de Ílhavo.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Funchal 500 anos: Regata dos Grandes Veleiros - Participantes III

Capitan Miranda

Classe A
Bandeira Uruguaia
l.o.a. 50.29m
Armação Escuna
Ano de construção 1930
Porto de origem Montevideo
Inscrito por Marinha Uruguaia

DADOS BIOGRÁFICOS

Capitan Miranda foi lançado em Espanha, em 1930 e começou a sua carreira como barco de carga (cargueiro). Foi-lhe dado o nome de Capitan Miranda devido ao engenheiro hidrográfico uruguaio Capitão Francisco Miranda (1868-1925), que serviu o Uruguai como oficial do ministério, secretário de guerra e, posteriormente, como professor de geografia marinha na Academia Naval do Uruguai.

Capitan Miranda foi usado como um navio hidrográfico de pesquisa até 1978. Após este período, foi submetido a uma grande remodelação como navio-escola e, actualmente, com a sua armação escuna e proa rápida, assemelha-se mais a um iate privado do que com um navio-escola.

Fonte: Câmara Municipal de Ílhavo.

terça-feira, 1 de julho de 2008

Funchal 500 anos: Regata dos Grandes Veleiros - Participantes II

Astrid


Classe A

Bandeira Holandesa
l.o.a. 33.6m
Armação Brigue
Ano de construção 1918
Inscrito por Horizon Sailing, Pieter de Kam

DADOS BIOGRÁFICOS

Este belo veleiro com velas redondas oferece uma boa navegação com um interior moderno e luxuoso.

O Astrid, com um comprimento de 41.65m, é o veleiro mais pequeno existente. No entanto,isto não afecta de modo algum os olhares elogiosos de que é alvo com a sua enorme quantidade de velas, cordas e vergas.


Astrid foi construído em 1918 como barco de pesca de arrasto de arenque. Até cerca de 1970, serviu como navio-motor no Mar Báltico. Durante os anos 70, o barco foi usado, pelos novos Libaneses, para negócios ilícitos, durante a guerra no Próximo Oriente. Havia suspeitas de tráfico de droga. Um fogo na Costa Inglesa acabou com tudo isto. Até 1984, a carcaça, ainda elegante, enferrujou por falta de uso. Depois, a reconstrução transformou-o num brigue tradicional, capacitando-o para fazer a travessia do Oceano Atlântico como navio-escola. O 'Astrid' foi reconstruído extensivamente entre 1999 e 2000.


Astrid tem capacidade para 50 passageiros, em viagens com duração de um dia, e tem camarotes para 24 pessoas, em viagens mais longas. As instalações sanitárias são espaçosas, com cinco casas de banho e cinco duches. Tem uma sala acolhedora, decorada com motivos marítimos e com uma área de bar.

Durante as viagens mais longas existe a possibilidade de aprender a navegar um barco com velas redondas. Orientar as velas e escalar o massame, você faz parte da tripulação!
Nas viagens de um dia você também irá experimentar navegar um barco de navegação tradicinal. Há muitas oportunidades para seminários e hospitalidade colectiva ou passeios diários.

Fonte: Câmara Municipal de Ílhavo.

segunda-feira, 30 de junho de 2008

FUNCHAL: 500 Anos - Regata de Veleiros (TALL SHIPS REGATTA 2008)

Em Setembro e Outubro de 2008 irá decorrer um festival nos portos de Falmouth, Ílhavo e Funchal, onde alguns dos maiores veleiros do mundo (Grandes Veleiros de Classe "A") vão marcar presença.

O evento será um dos pontos altos das celebrações do V Centenário da cidade do Funchal e relevará a importância da mais antiga cidade do Novo Mundo enquanto urbe virada para o mar e com grandes tradições marítimas.

ROTA E PORTOS DE ACOLHIMENTO

A Regata tem quase a mesma rota comercial que os veleiros tradicionais do passado usavam para cruzar o Atlântico Norte, uma rota a sul para aproveitar os ventos predominantes.


De Falmouth a Ílhavo (Porto de Aveiro) são cerca de 630 milhas náuticas su-sudoeste. Com, Ushant (noroeste de França) e Cabo Finisterra (noroeste de Espanha) e os ventos predominantes de oeste para noroeste, a primeira etapa da regata pode apresentar um número de desafios tácticos para a frota. O que será quase certo para os veleiros com velame de forma quadrada que não conseguem andar contra o vento “bolinar” como as embarcações com velas tradicionais (vela grande e velas de proa).

De Ílhavo ao Funchal são mais 630 milhas náuticas sudoeste em mar alto, os desafios tácticos para melhor aproveitar o vento e a corrente podem ser decisivos para o resultado final.
As três comunidades de acolhimento são, agora, consideradas "Portos Amigos" das escolas de vela, oferecendo apoio e serviços a barcos escola durante todo o ano. Os três portos vêm a sua participação nesta Regata como continuadores desta filosofia, assim como, a possibilidade de oferecerem às suas comunidades um espectáculo único quando a frota estiver no porto.



Fonte: http://www.funchal500anos.com

domingo, 22 de junho de 2008

REGATA 200 ANOS DA ABERTURA DA BARRA DE AVEIRO





Integrada no programa das Comemorações do Bicentenário da Abertura da Barra de Aveiro e numa organização conjunta da Administração do Porto de Aveiro e do Clube de Vela Costa Nova, realizou-se nos dias 14 e 15 de Junho a REGATA 200 ANOS DA ABERTURA DA BARRA DE AVEIRO.

A regata destinou-se a embarcações de cruzeiros à vela divididas em três classes: IRC, ANC, e OPEN, sendo pioneira neste tipo de prova, pois foi a primeira vez que se disputou em Aveiro uma regata com barcos detentores de certificado de abono de alto nível da vela de cruzeiro.

A prova constou de quatro regatas técnicas (percursos tipo barlavento-sotavento) realizadas ao largo da Barra de Aveiro, adaptadas ao vento disponível, que se apresentou fraco, entre os 6-8 nós do quadrante W-NW, no sábado, sendo do quadrante S-SW (10-13 nós) no domingo, permitindo regatas muito interessantes para agrado de todos os participantes.


O estado do mar permitiu a montagem de excelentes campos de regata para o que contribuiu também a Comissão de Regata, tendo esta desempenhado com extremo profissionalismo a sua função.

O acolhimento em terra decorreu também da melhor forma, com a estada das embarcações participantes no Porto de Abrigo da Pesca Costeira da APA, e com excelente hospitalidade da organização, que providenciou bem-estar e bons petiscos aos velejadores no final das regatas.

Nas regatas de sábado a disputa pelos lugares cimeiros da classe IRC foi bastante aguerrida, tendo o PEGASO-BETTERSOFT, com Rosário Fino ao leme, ficado com o melhor tempo corrigido na 1ª regata do dia, sendo a 2ª ganha pelo de MIKE DAVIS- PORTO DE AVEIRO de Delmar Conde.
O INDELEVEL, de José Bártolo, e o BIGMANIA, de Henrique Pires, arrecadaram nas duas regatas do dia a terceira e a quarta posição, respectivamente.
Na classe ANC, o PLANADOR IV–AVEICABO, de Felipe Neto, impôs-se aos restantes cinco inscritos, ganhando as duas regatas de sábado, sempre seguido pelo CASCA DE NÓS de Rita Rocha em 2º, e do LUSITO de António Rosa em 3º, ficando o NOVE NÓS de João Oliveira em 4º, com OUTSIDER de Luís Silva no derradeiro lugar desta classe.
Em OPEN, o PICATO de Miguel Lopes venceu sem oposição as duas regatas, seguido pelo RIFON de Adolfo Paião e pelo XÔXÕ de Justino Pinheiro, tendo ocupado os restantes lugares os barcos CELTA MORGANA, BISSOU DU VENT e GIN TONIC.

No domingo, com vento de SW, moderado, continuou a cerrada e emocionante disputa pela vitória na classe IRC, assistindo-se à repetição dos resultados do dia anterior. Vitória para o PEGASO-BETTERSOFT e outra para o MIKE DAVIS- PORTO DE AVEIRO, sendo esta embarcação a vencedora do troféu IRC.
A terceira posição foi atribuída ao INDELEVEL e a quarta ao BIGMANIA.
Neste dia continuou incontestável em ANC a embarcação PLANADOR IV–AVEICABO, amealhando mais duas vitórias nas regatas do dia, permitindo-lhe assegurar o primeiro lugar nesta classe, seguido do CASCA DE NÓS e NOVE NÓS, que preencheram os restantes lugares do podium.
Em OPEN, dominou o PICATO, que venceu as duas regatas de domingo, e obteve a vitória na classe.
Na segunda posição ficou o RIFON e na terceira o XÔXÕ.


CLASSIFICAÇÕES DA REGATA


IRC
1º - MIKE DAVIS - PORTO DE AVEIRO, de Delmar Conde
2º - PEGASO – BETTERSOFT, de Rosário Fino
3º - INDELEVEL, de José Bártolo
4º - BIGMANIA, de Henrique Pires

ANC
1º - PLANADOR IV–AVEICABO, de Felipe Neto
2º - CASCA DE NÓS, de Rita Rocha
3º - NOVE NÓS, de João Oliveira
4º - LUSITO, de António Rosa
5º - OUTSIDER, de Luís Silva

OPEN
1º - PICATO, de Miguel Lopes
2º - RIFON, de Adolfo Paião
3º - XÔXÕ, de Justino Pinheiro
4º - BADAIRE, de Ramiro Silva
5º - CELTA MORGANA, de Fermando Alves
6º - BISSOU DU VENT, de António Grilo
7º - GIN TONIC, de Hugo Rocha


Fonte: Porto de Aveiro: Newsletter n.º 145.